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Readequação do Hospital Regional termina 2020 com 42,31% dos serviços concluídos

Divulgação

Não é novidade para ninguém que o Hospital Regional de Toledo (HR), segue com os trabalhos de readequação da obra. Em um momento complicado por conta da pandemia causada pelo Novo Coronavírus (Covid-19), o espaço poderia contribuir muito para o atendimento da população da região, no entanto ainda não foi possível a sua abertura. O ano de 2020 está se encerrando e com ele foram concluídos 42,31% dos serviços de readequação do Hospital.

Essa porcentagem representa todas as adequações realizadas na parte civil. A última medição foi efetuada em 21 de dezembro. O engenheiro civil da Prefeitura de Toledo e um dos fiscais da obra, Wander Douglas Pires de Camargo, explica como é realizada a medição. “Nós medimos a obra globalmente, ou seja essa porcentagem é referente ao valor que já foi destinado às adequações. No momento 42,31% da verba total já foi destinada aos serviços”, esclareceu.

Os serviços de adequação do Regional têm sido executados por duas empresas diferentes, sendo que ambas trabalham simultaneamente no local. Uma é a responsável pela readequação da parte de engenharia, enquanto a outra está revitalizando a parte elétrica.

 

Wander Douglas Pires de Camargo, reforça que as duas empresas têm conseguido conciliar os serviços. “São duas empresas trabalhando no mesmo espaço e realizando serviços diferentes. Por isso é necessário um planejamento ainda maior e isso tem sido feito e o resultado é positivo até o momento, mas é claro que em algumas situações é inevitável certa interferência, o que acaba diminuindo o ritmo do trabalho em determinados momentos”.

Outro fator que também trouxe certa interferência na execução das obras de reestruturação do Hospital Regional foi a pandemia de Coronavírus. A disseminação do novo vírus não chegou a interromper as obras, porém representou algum atraso devido a falta de materiais ou mesmo a demora para a entrega.

“A pandemia atrapalhou bastante o andamento das obras. As duas empresas alegaram a falta de materiais e uma sensível demora na entrega desses utensílios. Além disso, foi observado um aumento de aproximadamente 30% no valor dos materiais. Tudo isso interferiu nos trabalhos, mas de um modo geral tudo tem sido superado e o cronograma está sendo seguido”, informou o engenheiro e fiscal da obra.

 

Cronograma

As obras de readequação do HR tiveram início em 06 de janeiro de 2020, mas no dia 14 de janeiro foram paralisadas pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR). Na ocasião o MP-PR alegou que a Prefeitura não poderia seguir com as obras, isso porque ainda não havia sido definido o Órgão gestor do Regional. O MP-PR ainda relatou que a continuidade dos serviços poderia acarretar em mais gastos aos cofres públicos, pois o futuro gestor poderia pedir outras melhorias que não estivessem incluídas no projeto.

As obras de revitalização do Hospital Regional contam com um investimento aproximado de R$10,5 milhões, com previsão de conclusão para o final do primeiro semestre de 2021. O valor licitado para a execução das melhorias é de R$5.872.836,75, com mais R$3.439.909,89 destinados para a climatização do espaço. Ainda foram efetuados mais dois aditivos, sendo o primeiro deles no valor de R$412.288,72, que é destinado para a execução da parte elétrica e um segundo aditivo de R$498.546,16, que tem como destino a efetivação de serviços da parte elétrica e civil.

Gestão

Em janeiro de 2020 a direção do Consórcio Intermunicipal Samu Oeste (Consamu), realizou uma reunião geral do seu conselho. Nesse encontro ficou definido que o órgão será o responsável pela gestão do HR juntamente com os municípios de Toledo e Cascavel.

Em entrevista recente a reportagem do Toledo News, o prefeito eleito, Beto Lunitti (MDB), afirmou que procura outras alternativas para a gestão do Hospital em caso de uma desistência por parte do Consamu.

“Precisamos ficar atentos aos custos de operação e por isso falamos com o governador a respeito de equipamentos e também da gestão, onde o Estado participa e os municípios vizinhos também podem participar. O Consamu está disposto a gerir o Hospital, porém também analisamos outras perspectivas como a gerência a partir de uma organização filantrópica”, pontuou, Lunitti após uma reunião com o governador do Estado do Paraná, Carlos Massa Ratinho Júnior (PSD).

Entenda um pouco da história do Hospital Regional

As obras do Hospital Regional de Toledo iniciaram no longínquo março do ano de 2012, na ocasião a previsão de conclusão era de pouco mais de um ano, mas a obra só foi entregue em 2016 e mesmo assim sem poder ser utilizada pela população, por conta de uma série de problemas em sua execução.

Na época o Ministério Público do Paraná, alegou que a obra do Hospital Regional não poderia ser entregue por problemas na rede elétrica e em parte da estrutura, que contava com portas e corredores fora das medidas exigidas no projeto. Em algumas das portas não havia sequer espaço para passar com as macas, itens tão utilizados em todas as infraestruturas hospitalares.

Estima-se que em um primeiro momento foram empregados aproximadamente R$20 milhões para a execução da obra, entre recursos do município e da União. Ainda foram destinados aproximadamente R$6 milhões para a aquisição dos equipamentos, que seriam utilizados no Hospital.

Ainda em 2016 foi solicitado um projeto com uma análise completa de toda a estrutura do Regional. O projeto foi feito por uma empresa de Londrina-PR, que é especializada na execução de projetos na área hospitalar.

O projeto teve um custo de R$11 milhões aos cofres do município e constatou que a estrutura precisava de uma série de adequações. Isso mesmo sem nunca ter sido utilizada pela população de Toledo e região.

O plano constatou que seriam necessárias a readequação de toda a parte elétrica do Hospital, que foi feita de uma maneira não compatível com as necessidades de um empreendimento hospitalar de tal porte. Além disso, a proposta mencionou que seriam imprescindíveis a troca de toda a fachada, que encontrava-se deteriorada, assim como a manutenção das portas dos quartos que foram feitas com medidas incompatíveis com as necessidades.

Estrutura

A estrutura do Hospital Regional de Toledo deverá efetuar atendimentos de média e alta complexidade. No local serão atendidos todos os 18 municípios da área de abrangência da 20ª Regional de Saúde de Toledo, que juntos contam com uma população superior a 400 mil habitantes.

O Hospital Regional contará com uma estrutura com 90 leitos, sendo 10 de Terapia Intensiva (UTI). Além disso, a estrutura contempla centros cirúrgicos, laboratórios, e pronto socorro, com todos os atendimentos de média e alta complexidade sendo executados via Sistema Único de Saúde (SUS). O Regional terá a capacidade para a realização de 14.153 exames de laboratório e imagem, 5.940 consultas especializadas e 401 internamentos mês.

Fonte: Toledo News
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Saúde anuncia nova etapa de cadastros ao Remédio em Casa

A Secretaria de Saúde de Marechal Cândido Rondon anuncia nova oportunidade de cadastros junto ao programa Remédio em Casa, desenvolvido nos bairros da sede municipal e nos distritos. A nova etapa será aberta com a finalidade de expandir a adesão dos cidadãos rondonenses.

Na próxima segunda (03), terça (04) e quarta-feira (05) os moradores de Iguiporã devem se dirigir à UBS (Unidade Básica de Saúde) do distrito, das 7h30 às 11h para se inscrever no programa junto à equipe do Remédio em Casa. Quem reside em Bom Jardim precisa realizar o cadastro no posto de saúde local, na quinta (06) e na sexta-feira (07), no mesmo horário.

No caso de São Roque, o cadastro será disponibilizado nos dias 10 e 11 de outubro. Em Novo Horizonte, as datas definidas são 17, 18 e 19. Já os moradores de Novo Três Passos podem se inscrever nos dias 20 e 21 de outubro. Em todos os locais o horário definido é das 7h30 às 11h.

Os interessados podem se deslocar às UBS dos distritos citados nos outros horários, porém as inscrições serão feitas pelas próprias equipes dos postos de saúde.

Os pacientes interessados precisam apresentar receita médica atualizada e comprovante de residência. Em caso de dúvida, basta contatar pelo telefone/WhatsApp 99152-1251.

O que é?

O público-alvo é formado por usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) em tratamento de hipertensão arterial e/ou diabetes, com mais de 60 anos, pacientes acamados, domiciliados e portadores de necessidades especiais. O Remédio em Casa é uma iniciativa da prefeitura de Marechal Rondon, através da Secretaria Municipal de Saúde, que entrega 63 tipos de medicamentos, além de 14 tipos de insumos.

Pacientes que residem em alguns bairros da sede municipal, assim como nos distritos, são atendidos pelo programa, que consiste na entrega domiciliar de medicamentos a pacientes pré-selecionados, com doenças crônicas e outros grupos estabelecidos como prioritários, propiciando a continuidade da atenção em saúde e a adesão ao tratamento medicamentoso, através do acesso facilitado a medicamentos de uso contínuo.

 

Fonte: Assessoria 

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Corpo de homem que estava desaparecido é encontrado no Balneário Terra das Águas

Foto: Correio do Lago

Na tarde desta segunda-feira (26), policiais militares do 19° Batalhão de Santa Helena, foram acionados para se deslocar até o Balneário Terra das Águas.

No local, populares acabaram encontrando o corpo que seria de um homem desparecido há cerca de uma semana.

O corpo foi localizado na mata, a uns 50 metros da Av. Brasil.

Um bilhete que teria sido deixado por ele na kitinete onde morava, relatava onde seu corpo poderia ser encontrado.

Desde sábado (24), amigos, familiares e equipes da PM realizavam buscas na tentativa de localizar o homem.

 

Fonte: Correio do Lago

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Mais de 1 milhão de pessoas com deficiência vão às urnas em outubro

Voto é obrigatório para  maiores de 18 anos e menos de 70

 

No dia 2 de outubro, próximo domingo, 163 mil seções com acessibilidade devem receber 1 milhão e 200 mil  eleitores com deficiência em todo o Brasil, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral.

Há ainda 476 pessoas que concorrem a algum cargo no pleito de 2022, sendo 264 com  deficiência física, seguidos pelas deficiências visual  que somam 115  e outros 59 com deficiência auditiva.

Entre os candidatos,13 são pessoas com Transtorno do Espectro Autista.

Além de seminários e palestras realizadas internamente com a equipe do TSE , o projeto leva a urna eletrônica para diversos municípios do País  para que pessoas com deficiência possam experimentar o instrumento antes do dia da votação.

A   urna  que será usada no domingo de eleição possui teclado em braile, identificação da tecla número cinco nos teclados; sinal sonoro em que são informados número e nome dos candidatos escolhidos pelo eleitor, cujo  recurso deve ser acessado por meio de fone de ouvido fornecido pela Justiça Eleitoral; e Língua Brasileira de Sinais (Libras).

Para o recurso sonoro, o eleitor pode ajustar o volume do som e a velocidade da reprodução da fala.

O voto no Brasil é obrigatório para brasileiros que tenham 18 anos e menos de 70 anos.

De acordo com a Constituição Federal de 1988, ele é facultativo apenas para jovens com idade entre 16 e 18 anos, maiores de 70 anos e analfabetos.

Pessoas com deficiência alfabetizadas, portanto, têm o direito e dever de votar.

Nesses casos, o alistamento eleitoral pode ser facultativo nas situações em que a deficiência física ou intelectual ou condição da pessoa torne extremamente oneroso o exercício do voto.

A necessidade de quitação eleitoral permanente é analisada por um juiz com base na documentação apresentada, a qual deve comprovar a dificuldade, como laudos médicos, por exemplo.

Além de locais de votação acessíveis e recursos de acessibilidade na própria urna, pessoas com deficiência têm direito a acompanhante, sendo permitido, inclusive, digitar os números na urna.

O acompanhante, no entanto, não poderá estar a serviço da Justiça Eleitoral, de partido político ou de federação de partidos.

O TSE destaca que, como o voto é um ato personalíssimo, a pessoa com deficiência deve manifestar a vontade de votar e de ser acompanhada.

No ano da eleição, as pessoas com deficiência devem informar à Justiça Eleitoral situações que dificultem o exercício do voto para que o local de votação seja adaptado.

Neste ano, o prazo para essa comunicação terminou no dia 4 de maio e os pedidos de transferência dos locais de votação puderam ser feitos até 18 de agosto.

De acordo com o TSE, no entanto, mesmo que o eleitor tenha perdido os prazos, ele deve comunicar as limitações aos mesários no dia da eleição para que a Justiça Eleitoral providencie soluções possíveis no dia do pleito, garantindo o exercício de cidadania.

O eleitor pode também, no dia das eleições, preencher o Formulário de Identificação de Eleitor com Deficiência ou Mobilidade Reduzida para autorizar o juiz eleitoral a anotar a deficiência no cadastro eleitoral.

 

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