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Rondonense Thiago Wild salva match points e vira em jogaço no Rio Open

Foto: Fotojump

Um jogo recheado de polêmicas, alternativas, e que certamente entrou para a história do Rio Open. Na partida mais longa incluindo todas as edições do torneio, em 3h50, Thiago Wild venceu Alejandro Davidovich Fokina (90º do ranking) por 2 sets a 1, parciais de 5/7, 7/6 (3) e 7/5. O confronto teve direito a três match points salvos, muita briga do espanhol com juiz e público e terminou com a glória do tenista brasileiro, vencendo pela primeira vez na chave principal de um ATP 500.

O ápice da partida, sem dúvida, foi a reta final do segundo set. Thiago Wild liderava em 5/4 e levou a quebra. Depois, em 5/6, precisou salvar três match points, contando com uma dose de sorte e uma certa irresponsabilidade. A decisão ficou para o tie-break, quando Alejandro Fokina discutiu com o árbitro, provocou o público e armou um grande circo na quadra central até que o brasileiro venceu a parcial e arrancou para a vitória no terceiro set.

Agora, Thiago Wild avança à segunda fase do Rio Open e terá pela frente mais um difícil confronto diante do vencedor da partida entre o croata Borna Coric (32º) e o argentino Juan Ignacio Londero (61º), que será realizado apenas nesta terça-feira. A vitória ainda garante ao jogador brasileiro um salto no ranking da ATP, saindo de 206º para o 178º temporariamente, garantindo a melhor posição de sua carreira até aqui.

Alejandro Davidovich Fokina encara Thiago Wild na virada de lado — Foto: Fotojump

Alejandro Davidovich Fokina encara Thiago Wild na virada de lado — Foto: Fotojump

O jogo

Thiago começa melhor, mas cai no fim do primeiro set

O início de Thiago Wild foi bastante promissor. Com sete break points logo no primeiro game, o brasileiro mostrou que não deixaria o estilo versátil e excêntrico de Alejandro Fokina intimidá-lo e abriu com uma quebra de serviço. O primeiro set seguiu cheio de alternativas, com belos lances e muitos erros. O espanhol devolveu o break, Wild voltou a liderar e abriu 5/3.

Thiago Wild contra Alejandro Davidovich Fokina — Foto: Fotojump

Thiago Wild contra Alejandro Davidovich Fokina — Foto: Fotojump

Porém, Wild hesitou demais na hora de fechar. Teve break point e não aproveitou. Na sequência, sacou e tomou quebra de zero, vendo Fokina empatar o primeiro set em 5/5. Novamente, o brasileiro teve chances de quebra e não aproveitou, sendo quebrado na sequência e vendo o rival fechar a parcial em 7/5 para frustração do público.

Reação do brasileiro e muita polêmica

Sem se deixar abater pelo resultado do primeiro set, Thiago Wild seguiu mostrando muita força em seus golpes e incomodando Alejandro Fokina. Desperdiçou quatro break points no game inaugural, mas conseguiu uma quebra no sétimo, fazendo 5/3 na sequência. A história, no entanto, parecia se repetir. O brasileiro desperdiçou set point e levou a quebra na sequência, com o espanhol empatando em 5/5.

Sacando em 5/6 novamente, Thiago Wild ficou em situação dramática em 0/40, mas salvou os três match points com muita agressividade e deixando Alejandro Fokina enroscando na rede após uma curtinha na terceira chance.

O tie-break também foi uma história à parte. Thiago Wild liderava em 5-2 até que o espanhol começou a brigar com o público, reclamar com a arbitragem e armou um circo na quadra central. Fokina sacou por baixo enquanto brigava e tirou Wild do sério. O brasileiro não se intimidou, também tirou satisfações e acabou superando a parcial com 7-3 no desempate.

Glória de Wild no fim

Quem achou que a reta final não teria drama se enganou. Thiago Wild iniciou a toda o terceiro set aproveitando o cansaço de Fokina e passou a liderar em 3/0 sem maiores dificuldades. Porém, baixou a guarda e viu o espanhol, com muita variação reagir no confronto, virando para 4/3, com direito a uma quebra de vantagem.

O panorama que parecia ir para o lado de Fokina voltou a virar para Wild. O brasileiro reagiu e novamente devolveu a quebra, empatando em 4/4. Depois, sofreu em seus games de saque, mas seguiu firme, mantendo a frente em 6/5. Com um break point e um erro do espanhol, enfim, Wild pôde se jogar no chão e vibrar com a vitória.

Fonte: Globo Esporte

Esportes

Esporte e Lazer abre votações para atleta e técnico destaques

Interessados podem fazer suas escolhas até o dia 07 de dezembro, até às 17h. Destaque Esportivo premiará 65 rondonenses no próximo dia 12

 

A prefeitura de Marechal Cândido Rondon, por meio da Secretaria de Esporte e Lazer, abriu os períodos de votações para atleta e técnico destaques. Os interessados podem selecionar um nome de cada categoria até o dia 07 de dezembro, até às 17h.
No próximo dia 12 será realizada a 2ª edição do Destaque Esportivo, evento no qual serão premiados 65 esportistas de inúmeras modalidades, dentre eles o atleta destaque e o técnico destaque.

Atendendo a uma determinação do prefeito Marcio Rauber e do vice Ilario Hofstaetter (Ila), com a finalidade de reconhecer os talentos esportivos, a Secretaria de Esporte e Lazer organiza a 2ª edição do evento. O coordenador Luis Kubiski e o secretário Diogo Schneider (foto) convidam os rondonenses para selecionarem um nome de sua preferência por categoria.

Nomes

Concorrem a atleta destaque: Diego Ficar Leiva, do Basquetebol/AACC; Dirceu Boehs Martins, Basquetebol/AROBAS; Heloísa Stumm Medeiros de Azevedo, do Basquetebol/AROBAS; Anelise Sachser, da Ginástica Rítmica/AACC; Clóvis Schweinberger, do Handebol/Mãos à Bola; Eduardo Betoni, do Voleibol/Asseamal; Ana Luiza Bento, do Vôlei Marechal; Eni Aparecida Damas dos Santos, da Acorre Rondon; João Victor Battistella Konieczniak, do Badminton/ARBAD; Letícia Beatryz Bach, do Badminton ARBAD; Maurício da Silva (Biro), do Futsal/APEF; Eric Machado, do Futsal/APEF.

O formulário está disponível no endereço https://forms.gle/5o5uEt4yp5Gf3y5T6.

A categoria técnico destaque é disputada por: Kauanny Schmidt, do basquetebol; Jean Model, do futsal; Vivian Yamamoto, da ginástica rítmica (GR); Rodrigo Zart (Nonucho), do handebol; Miro Santos, do voleibol; Fábio da Silva, do atletismo; Alan Chapla, do badminton; Leonardo Tonin, do bicicross; Isanete Urbanski (Nena), do bolão; Emerson Jerônimo, do tênis de mesa; Ângelo Reis, do jiu-jitsu; Victor Sabino, do kick boxing; Pedro Alencar, do taekwondo.

A votação pode ser acessada no endereço https://forms.gle/EMaCKCPNb39246qR6.

 

Fonte: Assessoria

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Esportes

Advogado trabalhista explica direito a folgas em dias de jogos da Copa

Não é feriado, mas empregador pode considerar importância do evento

 

A Copa do Mundo 2022 começa neste domingo (20), no Catar, e a expectativa dos torcedores brasileiros só aumenta com a possibilidade de conquista do hexacampeonato. A seleção brasileira só estreia na quinta-feira (24), às 16h (horário de Brasília), em partida contra a Sérvia, no Lusail Iconic Stadium, na cidade de Lusail, situada na costa norte, a 24 quilômetros do centro da capital, Doha.

No Brasil, ainda será horário comercial e milhões de brasileiros estarão no trabalho, mas um acordo entre patrões e empregados pode facilitar a vida de quem não quer perder um segundo sequer da seleção em campo. Os dias de jogos não são consideradas feriados ou pontos facultativos, porém, o empregador pode considerar a importância cultural do evento e fazer alguns ajustes para que todos possam fazer uma pausa e assistir às partidas, diz a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).

A FecomercioSP orienta a empresa a levar em conta a importância cultural do evento e refletir sobre os impactos que sua decisão pode causar no ambiente de trabalho. Para os especialistas da entidade, deve-se dar prioridade ao bom relacionamento entre empregado e empregador, embora este não seja obrigado a liberar o funcionário para assistir aos jogos.

“O empregador só liberará os trabalhadores, se assim desejar,  e acertar isso com os próprios empregados. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) não regula especificamente esta questão. Por isso, tudo vai da vontade do empregador. Lógico que, como todos gostamos de futebol, as empresas estão se acertando para liberar os empregados para assistir aos jogos da Copa. Contudo, isso vai de acordo com o acerto que a empresa fizer com os empregados”, afirma o assessor jurídico da FecomercioSP, José Eduardo Pastore, advogado e consultor na área das relações do trabalho.

Para os trabalhadores que não gostam de futebol, podem ser adotadas outras regras, que devem atender aos objetivos empresariais e não gerar discriminação, esclarece a entidade.

Segundo a FecomercioSP, os empregadores têm que negociar previamente como será o funcionamento da empresa nos dias de jogos da seleção brasileira. “Que acerte tudo antes, informando se os horários de jogos serão simplesmente dados para os empregados, se haverá alguma compensação, ou mesmo se tudo isso ficará dentro do banco de horas – ou outras regras”, diz o advogado.

De acordo com Pastore, a segunda orientação importante é que a empresa sempre respeite a jornada de trabalho, de oito horas, com duas horas extras diárias no máximo, como está na Constituição Federal. “Independentemente do que a empresa vai acertar com os empregados, o importante é observar a jornada laboral, inclusive os intervalos, no caso de jornadas de quatro ou seis horas. Tudo isso, como dito, deve ser negociado antes, de acordo com os princípios da boa-fé e da transparência.”

A novidade que se aplica nesta situação é que aos empregados que permanecem na empresa após o expediente normal de trabalho para acompanhar os jogos (caso estes se iniciem dentro de sua jornada, mas se estendam além dela),  esse período não será considerado tempo à disposição do empregador.

“A CLT não mais considera o tempo destinado ao lazer, ainda que dentro das dependências do empregado – após o término da jornada de trabalho – como à disposição do empregador. Assim, atividades particulares, como práticas religiosas, descanso, lazer, estudo, alimentação, atividades de relacionamento social e higiene pessoal, entre outras, ainda que realizadas nas dependências das empresas, antes ou após o início (ou o fim) da jornada diária, não ensejam horas extras. Entretanto, vale destacar, desde que não haja uma imposição do empregador”, acrescentou Pastore.

Setor privado

O empresário Antonio Dominguez, proprietário de uma loja de corte de espumas no Brás, bairro que concentra o comércio têxtil na capital paulista, disse que, nos dois jogos da primeira fase, que ocorrem às 16h, vai dispensar os dez funcionários meia hora antes, sem que precisem compensar as horas não trabalhadas posteriormente. “Já no dia em que o jogo ocorre às 13h, vou colocar o jogo no tela do computador para assistirmos juntos e também para observar como fica o movimento de clientes e das lojas ao redor. Nas outras fases da competição ainda vou decidir como será.”

Já Filipe Ferraz, que comanda um agência de marketing digital com uma equipe de 25 pessoas, em Minas Gerais, disse que, no dia de jogo, o pessoal trabalhará em esquema de home office. Pelo menos no período do jogo, à tarde. “Vamos adotar o modelo de banco de horas, podendo compensar antes ou após os jogos. Porém, como atendemos clientes em todo o território nacional, colocaremos uma equipe pequena de plantão para atender eventuais emergências, visto que nem todo mundo vai parar por completo suas atividades”, afirmou.

Apesar da importância da Copa para grande parte dos brasileiros, as obrigações referentes ao contrato laboral não devem ser desrespeitadas pelos trabalhadores. Consequentemente, faltas injustificadas e atrasos, entre outras situações, quando não houver acordos prévios com o empregador, são passíveis de punição.

Serviço público

Portaria 9.763/2022, do Ministério da Economia, traz orientações para os órgãos e entidades da administração pública federal direta, autárquica e fundacional, sobre o expediente durante os dias de jogos da seleção brasileira de futebol na Copa do Catar.

Pela portaria, os agentes públicos podem encerrar o expediente duas horas antes do horário dos jogos do Brasil. Nos dias 24 e 28, quando as partidas serão às 16h, o expediente poderá ser encerrado às 14h. Na segunda-feira (28), o Brasil jogará contra a Suíça às 13h, e o trabalho poderá terminar às 11h. A norma ainda estabelece a possibilidade de que, quando houver jogos começando às 12h, não haver expediente.

No entanto, caberá aos dirigentes dos órgãos e entidades assegurar a integral preservação e funcionamento dos serviços considerados essenciais.

As horas não trabalhadas pelo encerramento antecipado do expediente deverão ser compensadas pelos agentes públicos no período de 1º de dezembro de 2022 a 31 de maio de 2023.

 

Fonte: Agência Brasil

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Esportes

Encontro nacional de secretários de Esporte e Lazer

O secretário de Esporte e Lazer de Marechal Cândido Rondon, Diogo Schneider, participa do Encontro de Secretários de Esporte e Lazer do Brasil. Robson Nunes, que é diretor da pasta em Marechal Rondon, também se faz presente. O encontro ocorre nesta semana, em Curitiba.

Diogo expõe que nesta terça-feira (08) o assunto em pauta é a “Construção do Planejamento Estratégico de Fomento às Políticas Públicas de Esporte e Lazer”. Já na quarta-feira (09), será realizado o Seminário Internacional de Políticas Públicas de Esporte e Lazer.

 

Fonte: Assessoria

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