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Segue durante toda a semana, o arrastão contra da dengue nos bairros Rainha I e II e Botafogo, em Marechal Cândido Rondon.

No sábado, dezenas de servidores municipais e voluntários participaram do mutirão, na separação e recolha dos materiais depositados pelos moradores.

No sábado foram recolhidas 17 caçambas de matérias no arrastão contra e dengue.

A prefeitura destaca que a falta realizar ainda 70% da recolha dos materiais que foram separados pela população daquela região e os trabalhos vão continuar durante nos próximos dias, conforme explica a secretária rondonense de Saúde, Marciane Specht……

 

Dados apresentados na ultima sexta-feira confirmaram que Marechal Cândido Rondon está com 38 casos confirmados de dengue.

Os arrastões realizados contam com a mobilização de servidores públicos e com o apoio de máquinas das Secretarias de Agricultura e Política Ambiental e de Viação e Serviços Públicos, além das cooperativas ACAN e Cooperagir.

Toda a equipe de endemias trabalha diariamente para eliminar possíveis criadouros do mosquito e em casos recorrentes são aplicadas notificações e caso o morador do imóvel não regularize a situação, em até 48 horas, é multado.

O valor varia dependendo do número de focos encontrados, podendo chegar a até R$ 1709,00.

Se dentro do período de um ano da primeira notificação, novamente focos forem encontrados, o valor da multa poderá dobrar.

A secretaria municipal de Saúde ainda alerta os rondonenses que se sentir alguns dos sintomas como febre alta, dores musculares intensas, dor ao movimentar os olhos, mal-estar, falta de apetite, dor de cabeça e manchas vermelhas pelo corpo, procurem o mais rápido possível a unidade de saúde mais próxima de sua residência ou então a UPA Marechal.

 

 

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Pai envenenou bebê de cinco dias com mamadeira de leite com chumbinho enquanto mãe tomava banho

O homem preso em flagrante por envenenar a própria filha de cinco dias de vida deu mamadeira com leite e veneno à criança enquanto a mãe tomava banho, de acordo com a Polícia Civil. A bebê foi socorrida, mas não resistiu e morreu.

O caso foi detalhado pela corporação à imprensa na tarde desta quinta-feira (25), na sede do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), no Cordeiro, Zona Oeste do Recife.

Segundo o delegado Sérgio Ricardo, o homem, identificado como Charles Luiz Félix da Costa, de 44 anos, aproveitou o momento em que a mãe da bebê tomava banho para preparar o leite envenenado e dar à criança.

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Bebê de seis meses morre com coqueluche no Paraná

Morte de outra criança de três meses em Irati é investigada

Um bebê de seis meses morreu com diagnóstico de coqueluche. A criança é de Londrina, no norte do Paraná.

A informação foi confirmada pela Secretaria do Estado de Saúde (Sesa), nesta quinta-feira (25). A doença é uma infecção respiratória, transmissível e causada por bactéria.

A morte de outro bebê, de três meses, morador de Irati, também é investigada. Segundo dados registrados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), de 2013 a 2023 foram confirmados 2.402 casos de coqueluche no Paraná.

Prevenção

A contaminação pode ser prevenida através da vacinação durante a gestação. A dose da vacina dTpa (versão acelular da vacina contra difteria, tétano e coqueluche) deve ser aplicada, preferencialmente, a partir da 20ª semana de cada gravidez, podendo ser aplicada até 45 dias após o nascimento do bebê (puerpério). As crianças são imunizadas contra a doença por meio da vacina pentavalente (que previne contra a difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e infecções causadas pelo Haemophilus influenzae B) e DTP (contra difteria, tétano e coqueluche). A primeira deve ser aplicada em três doses, aos dois, quatro e seis meses de vida, já a DTP deve ser administrada como reforço aos 15 meses e aos quatro anos.

A Sesa também informou que uma força-tarefa foi desenvolvida para aumentar as coberturas vacinais de imunizantes que fazem parte do Calendário Nacional de Vacinação,nas cidades do Paraná. A ação é direcionada para as vacinas Influenza, Pentavalente, DTP, Pneumocócica 10 e Poliomielite, que estão com baixa adesão no Estado.

 

Redação Catve

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Rondonense realiza exposição de relíquias e conta sobre a história do município.

Foto: Rafael Sturm

O rondonense Orlando Miguel Sturm, proprietário da “Casa Orlando” que se localiza na Rua Tiradentes, número 567, preparou uma exposição de relíquias que contam a história do município de Marechal Cândido Rondon, abrindo mão de parte de suas vitrines para homenagear a cidade na semana do aniversário municipal.

Orlando é colecionador nato, que possui uma grandiosa coleção sobre a história do município, como revistas, livros, fotografias, diferentes objetos antigos, mapas e até um dos cerrotes que foi utilizado na época do desmatamento, como diz o hino municipal “Ao som da serra e do machado, três homens hastearam a bandeira” e “Na linda terra do pinheiro, cresceu um povo hospitaleiro”.

Acompanhe a seguir a entrevista completa com o pioneiro Orlando Miguel Sturm.

 

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