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Agricultura

Senado aprovada a “MP do Agro” e matéria segue para sanção presidencial

O plenário do Senado aprovou ontem, quarta-feira, a medida provisória que facilita o crédito e o financiamento das dívidas para produtores rurais.

  A medida é um divisor de águas para o crédito rural  

A votação da “MP do Agro”, como é conhecida, foi acompanhada pessoalmente pela ministra da Agricultura, Tereza Cristina, que considera o texto um “divisor de águas para o crédito rural” por conter “ferramentas que vão simplificar e dar segurança para quem quer investir no Brasil”.

Para virar lei o texto agora depende de sanção presidencial.

Aprovada pela Câmara dos Deputados pouco antes do carnaval, a expectativa do governo é que medida amplie financiamentos e aumente a competição no crédito rural.

Pelo projeto de lei de conversão do deputado Pedro Lupion, do Paraná, não haverá limite para a participação de produtores rurais em um fundo, que contará ainda com cotas dos credores.

Segundo o parlamentar, , medida vai “desburocratizar o setor e facilitar o acesso ao crédito”.

Durante a discussão da matéria no plenário da Câmara, foi excluída a determinação de repasse de 20% dos fundos constitucionais de financiamento do Nordeste, Banco da Amazônia e Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste para bancos privados aptos a conceder créditos rurais e a previsão de análise dos empréstimos pelos conselhos deliberativos das superintendências de desenvolvimento regional.

A medida facilita a emissão de títulos do agronegócio e possibilita instituições financeiras privadas a operarem crédito rural com equalização de juros.

Em outro ponto, a MP permite que o produtor rural desmembre sua propriedade para dar como garantia em operações de crédito: atualmente o proprietário precisa oferecer todo o imóvel como garantia, que, por vezes, vale mais que o valor do financiamento.

O patrimônio de afetação dará maior segurança ao sistema financeiro na concessão de crédito aos produtores rurais, ampliando o acesso aos recursos financeiros e permitindo melhor negociação do financiamento.

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Agricultura

Piscicultura também se mobiliza em defesa da Tarifa Rural Noturna

Além da Federação da Agricultura do Estado do Paraná e dos Sindicatos Rurais, lideranças das mais diversas atividades produtivas estão se mobilizando em defesa do Programa Tarifa Rural Noturna.

 

Com a chegada do final do ano, novamente os agropecuaristas do Paraná se deparam com a possibilidade de o Governo do Estado interromper ou dar fim ao Programa Tarifa Rural Noturna.

Em anos anteriores, as intervenções políticas de deputados e demais lideranças ligadas ao setor agropecuário conseguiram sensibilizar os governantes a continuarem com benefícios previstos

Como o TRN é um programa estadual e o serviço de energia elétrica é uma concessão federal, a Copel Distribuidora precisa ser ressarcida da diferença gerada pelo subsídio aos produtores rurais.

Sendo assim, o Governo do Paraná precisa prever esses recursos no orçamento, conforme estabelece a lei de criação da Tarifa Rural Noturna, contudo, para 2021, não há esta previsão orçamentária.

O Programa garante desconto de 60% na cobrança da energia elétrica de produtores rurais entre 21h30 e 06h00, e, caso não tenha seqüência, pode  inviabilizar várias atividades agropecuárias.

A iniciativa é determinante para atividades, como a avicultura, suinocultura, bovinoculturas de leite e de corte, fumicultura, aquicultura e sericicultura, que demandam uso intenso de energia elétrica.

Na segunda-feira passada, em união de esforços com os Sindicatos Rurais, a FAEP encaminhou expediente ao governador e deputados para que sejam alocados recursos para a Tarifa Rural Noturna.

Lideranças das atividades afetadas diretamente também estão se mobilizando, como é o caso da piscicultura, conforme explica Delmar Kohler, proprietário de um Frigorífico em Ouro Verde do Oeste…

 

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Agricultura

Coopavel adia para o mês de março a realização de seu Show Rural

Divulgação

Em comunicado oficial distribuído à imprensa no início da noite desta quarta-feira, a organização do Show Rural Coopavel informou que adiou para o final do mês de março a realização da 33ª edição do evento.

A decisão levou em consideração o crescimento dos números de casos de Covid-19 registrados no último mês no Paraná, bem como em toda a região Oeste, a m de garantir a segurança e a tranquilidade das milhares de pessoas que visitam a feira, que é uma das maiores do país no âmbito da agropecuária.

Tradicionalmente o Show Rural é realizado na primeira semana de fevereiro e em 2021 estava marcado para acontecer de 1° a 05 de fevereiro.

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Agricultura

Sergio Souza é eleito presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária

Numa reunião ontem a tarde o deputado federal Sérgio Souza , do MDB do Paraná,   foi eleito novo presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária e  vai coordenar os trabalhos do colegiado durante os próximos dois anos.

O parlamentar atuava até então como vice-presidente da Frente e substitui o deputado federal Alceu Moreira, do MDB do Rio Grande do Sul.

Ao assumir a direção da Frente, Souza apontou que os principais desafios a serem enfrentados são o estabelecimento de maior segurança jurídica para produtores e uma construção da “real” imagem do agronegócio brasileiro perante o mundo.

Para o congressista, impera no Brasil e em outros países uma visão distorcida sobre o setor e portanto é necessário que a população saiba a importância do agro do Brasil, não só para o país, mas também para o planeta…

 

Outro objetivo do colegiado  segundo ele,   é estreitar laços comerciais com a China, já que as necessidades dos dois países são as mesmas, pois  a maior preocupação do chinês hoje é a segurança alimentar e nenhum país do mundo tem como dar essa segurança para eles igual ao Brasil.

 

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