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Setor de Endemias realiza “varredura” para eliminar criadouros do mosquito da dengue

Assessoria

Foram priorizadas regiões do Colégio Eron Domingues, UPA 24 Horas e hospitais Cruzatti e Rondon.

O Setor de Endemias realizou neste domingo, durante o dia, um trabalho denominado de “raio”, que constituiu em uma “varredura”, por parte dos agentes de endemias, em todos os imóveis da região do Colégio Eron Domingues, da UPA 24 Horas e dos hospitais Cruzatti e Rondon, para eliminar todos os criadouros do mosquito.

Após este trabalho aconteceu o bloqueio, através de fumacê com bomba costal, cujo inseticida é oriundo do Governo do Estado, e é aplicado para eliminar os mosquitos já eclodidos.

De acordo com a secretária de Saúde, Marciane Specht, as regiões escolhidas para o bloqueio, são as de maior concentração de pessoas com suspeita de dengue, como também de criadouros do mosquito.

A secretária de Saúde lembra que o município se antecipou e conseguiu a liberação de 180 litros do inseticida, através do Governo do Estado, para que fosse pulverizado com equipamento costal.

Segundo o chefe do Setor de Endemias, Sergio Radke, os 180 litros não são suficientes e a chegada de mais inseticida depende do recebimento por parte da Secretaria de Estado de Saúde.

E segundo a Regional de Saúde, o produto está sendo parado na alfândega.

Já a liberação do fumacê com os carros depende do Governo do Estado.

O ultimo boletim de epidemiologia divulgado na data de ontem, confirma Marechal Cândido Rondon com 316 casos de dengue: o número mais que dobrou em quatro dias.

 

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Amop pede revisão do decreto estadual e reforço do SUS para evitar “lockdown”

O Decreto 4.942/2020, assinado pelo governador Ratinho Jr. e que entrou em vigor nesta quarta (1º), foi alvo de debate da 8ª Assembleia Geral Ordinária da Amop de 2020, realizada por videoconferência.

A reunião contou com a participação de 44 chefes do Executivo.

A medida do Governo do Estado restringe o funcionamento de atividades econômicas não essenciais, de lazer e de mobilidade de pessoas nas próximas duas semanas, com ênfase em regiões onde a pandemia de covid-19 encontra-se em situação mais grave, como é o caso do Oeste do Paraná.

O motivo é o agravamento dos casos confirmados de contaminação nos municípios que compõem a Macrorregião Oeste e a taxa de ocupação de leitos do SUS disponíveis para tratamento, tanto de enfermaria quanto de UTI.

A entidade municipalista faz coro à preocupação do governo em reforçar as medidas de controle, para preservação da saúde, porém esclarece que o cumprimento de todas as orientações está sujeita à realidade de cada município.

“Existem situações distintas e cidades onde a situação encontra-se em graus distintos de gravidade, obviamente cidades maiores. Por isso, a visão regionalizada do coronavírus, em nosso entender, precisa levar em conta algumas particularidades e peculiaridades”, destaca o prefeito de Matelândia e presidente da Amop, Rineu Menoncin (Texeirinha).

Segundo ele, os prefeitos de cidades de menor porte, por exemplo, ressaltam que têm mantido políticas próprias de enfrentamento da pandemia, a

maior parte com êxito.

Isso não significa relaxamento da prevenção. “Pelo contrário, planos de contingenciamento têm sido instrumentalizados em favor de atitudes firmes que estão sendo adotadas”, diz.

O objetivo do pedido de revisão é o de amenizar o impacto econômico que a medida acarreta. “Não se trata de relaxar a fiscalização ou questionar as medidas do governo. Elas serão acatadas, pois todos concordam que é preciso conter o avanço da doença. Porém, queremos um debate maior sobre o conjunto de efeitos que o decreto traz”.

Além disso, deliberou se também de forma unânime em torno do pleito ser acompanhado do pedido de maiores investimentos e retoco do SUS no âmbito regional, com mais leitos de UTIs para garantir enfrentamento da demanda. “Todos estamos fazendo nosso sacrifício mas precisamos de mais UTIs pois o crescimento de casos no inverno é previsível”, destacou o Presidente Teixeirinha, enfatizando “que todos confiam na força do diálogo com o Governo, focado na construção de soluções, pois a preservação da saúde das pessoas e da economia é a finalidade pública prevalente que todos precisamos defender, de forma conjunta”.

 

Com informações de Amop

 

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