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Agricultura

Sindicato Rural de MaL Rondon mobiliza entidades em defesa da propriedade

FAEP

Entidades do agronegócio brasileiro, incluindo a Federação da Agricultura do Estado do Paraná e o Sindicato Rural de Marechal Cândido Rondon estão mobilizadas em prol da garantia do direito à propriedade.

 

As atenções da classe estão voltadas à Brasília, em especial a Câmara dos Deputados e ao Supremo Tribunal Federal, já que em cujas esferas estão sendo discutidas as demarcações de terras indígenas.

A mobilização das entidades do agro tem a finalidade de garantir segurança jurídica às propriedades rurais, uma vez que muitas delas ainda correm o risco de serem utilizadas para fins de demarcações para os índios.

Em nível de Câmara dos Deputados, foi aprovado na quarta-feira passada o substitutivo ao projeto de lei 490/2007, apresentado pelo deputado Artur Maia, na Comissão de Constituição Justiça e Cidadania.

Como relator, o parlamentar explicou que “as condições estabelecem a preservação ao índio e do seu território, como também busca dar segurança jurídica à propriedade privada no Brasil”.

Apesar dessa medida no tocante ao Legislativo, produtores e demais lideranças do setor do agronegócio “não contam vitória” e buscam união de forças ainda maior para fazer frente ao “lobby dos indigenistas”.

Preocupado com a questão, o presidente do Sindicato Rural de Marechal Cândido Rondon, Edio Chapla, manteve contato nesta quinta-feira com a Federação da Agricultura do Estado do Paraná.

Defendendo uma maior mobilização de todo o agronegócio nacional, o dirigente solicitou ao assessor jurídico da FAEP, Klauss Dias Kuhnen, mais detalhes sobre a questão da demarcação das terras…..

 

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Agricultura

14 municípios paranaenses ultrapassam R$ 1 bilhão em VBP Agropecuário

O relatório final do VBP Agropecuário de 2020, divulgado ontem  pela Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, mostrou que a produção no campo paranaense foi de 128 bilhões e 273 milhões de reais, estabelecendo mais um recorde, com crescimento real de 21% em relação a 2019.

No total,  14 municípios alcançaram valores superiores a um bilhão de reais.

No VBP anterior, nove municípios haviam ultrapassado esse volume.

O crescimento mais expressivo tanto em variação nominal quanto real foi observado em São Miguel do Iguaçu, que saiu de 741 milhões em 2019 para um bilhão e 160 milhões de reais em 2020.

O índice é utilizado para compor o Fundo de Participação dos Municípios, representando 8% da cota-parte do ICMS destinada a eles.

Pelo segundo ano consecutivo, a receita bruta estimada da pecuária é destaque no VBP paranaense.

O montante de 63 bilhões e 650 milhões de reais representa aumento nominal de 31% e real de 21% em relação ao valor anterior.

Com esse volume, o segmento representa 50% do Valor Bruto da Produção Agropecuária paranaense.

Ainda que se mantenha atrás da pecuária em valor, com participação de 40% no total do VBP, o grupo dos grãos e grandes culturas foi o que apresentou maior evolução em relação a 2019, com aumento nominal de 41% e real de 31%.

O ano de 2020 rendeu aos produtores de grãos paranaenses 54 bilhões e 330 milhões de reais.

O destaque é para a produção recorde de 20 milhões e 900 mil toneladas de soja e para os bons preços conseguidos pelos produtores.

 

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Agricultura

Quatro Pontes – Micheletto libera R$ 90 mil para estruturar Feira do Produtor

Assessoria

Os cinco produtores que integram a Feira do Produtor de Quatro Pontes receberam uma excelente notícia na segunda-feira (20), junto à sala de reuniões da prefeitura. O secretário de Desenvolvimento Econômico, Davi Boufleuher, anunciou que recursos de R$ 90 mil foram liberados pelo deputado estadual licenciado e secretário estadual da Administração e da Previdência (Seap), Marcel Micheletto, para investimento na estruturação da feira. Também participaram da reunião, a técnica da Unidade de Valorização de Reciclados (UVR), Fernanda Jung, e o técnico agrícola, Lucas Tonelli.

Com a verba, a intenção é adquirir barracas, mesas, banquetas, expositores, caixas plásticas, caixas térmicas, aventais e demais materiais, atendendo a demanda dos feirantes. O secretário de Desenvolvimento Econômico, Davi Boufleuher, expõe que está se buscando a valorização da feira, que existe há mais de 20 anos no município. “Na reunião, também foi pautada a intenção de constituir uma associação, onde eles poderão se organizar e angariar recursos junto aos órgãos estaduais e federais, fomentando a produção de alimentos. Assim, decidiu-se reativar a Associação de Agricultores Familiares de Quatro Pontes (Afapontes), fundada em 2011, e que está com a situação cadastral inativa. O próximo passo é marcar uma data e convocar os sócios para uma Assembleia Geral Ordinária visando a eleição da diretoria e conselho fiscal, além da protocolização de projeto para destinação da emenda parlamentar”, diz.

Atendimento

A Feira do Produtor, com apoio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, segue funcionando normalmente no Centro de Eventos Seno José Lang, respeitando todas as medidas de prevenção à Covid-19. Com o melhor da área rural, os produtores expõem ao comércio produtos de qualidade, inclusive sem agrotóxicos, e com preços bem acessíveis.

De tradição no município, a venda de produtos coloniais fresquinhos, saudáveis, orgânicos e seguros é realizada sempre na sexta-feira, somando mais de 30 opções, desde embutidos, verduras, legumes, ovos, pães, bolachas, melado, chimia, entre outros. Além de auxiliar na renda familiar, a Feira do Produtor valoriza a produção local, oportuniza uma alimentação mais saudável, movimenta a economia da cidade e promove o desenvolvimento social do município.

Fonte: Assessoria
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Agricultura

São boas as expectativas para a safra paranaense 2021 de trigo

Imagem ilustrativa da internet

O  gerente de Desenvolvimento Técnico da Ocepar, Flávio Turra, informa que a expectativa em relação à safra de trigo no Paraná é das melhores.

Segundo ele, o  potencial produtivo está ótimo nas lavouras que estão numa fase de desenvolvimento e se não ocorrer  nenhum imprevisto climático, teremos uma safra recorde neste ano.

Turra estima que nesta safra deverão ser colhidos em torno de 8 milhões de toneladas no Brasil, de uma demanda de consumo próximo dos 12 milhões de toneladas.

De acordo com ele as  cooperativas estimularam neste ano o cultivo do cereal para os  10 moinhos instalados , necessitando de matéria-prima de qualidade.

O  presidente da Cooperativa Coopavel, Dilvo Grolli, disse que o momento é propicio para o trigo e que o  incentivo à produção está baseado em três pilares:  juro zero para a compra de insumos,  o preço de garantia do trigo de  100 reais  a saca e o seguro da safra.

A intenção das  cooperativas é  incentivar o produtor a usar terras que ficam ociosas durante o inverno, pois no Paraná, são pelo menos 2 milhões e meio  de hectares disponíveis para o plantio no período, mas só metade dessa área é usada.

Na região de Cascavel, por exemplo,  400 mil hectares são utilizados para o plantio da soja e milho no verão e no inverno, apenas 250 mil hectares são utilizados.

Segundo Dilvo Grolli, são 150 mil hectares que podem ser aproveitados para o plantio do trigo, o que aumentaria a renda do produtor e os ganhos da cooperativa.

 

 

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