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Teich deixa o Ministério da Saúde antes de completar um mês no cargo

O ministro da Saúde, Nelson Teich, durante entrevista em 11 de maio no Palácio do Planalto — Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo

Teich deixa o Ministério da Saúde antes de completar um mês no cargo

O ministro da Saúde, Nelson Teich, deixou o cargo nesta sexta-feira (15), antes de completar um mês à frente da pasta. Apesar de uma nota oficial do ministério dizer que ele pediu demissão, assessores da Saúde afirmaram que o ministro foi demitido.

Teich tomou posse em 17 de abril. Essa é a segunda saída de um ministro da Saúde em meio à pandemia do coronavírus. Teich havia substituído Luiz Henrique Mandetta.

Assim como Mandetta, Teich também apresentou discordâncias com o presidente Jair Bolsonaro sobre as medidas para combate ao coronavírus.

Nos últimos dias, o presidente e Teich tiveram desentendimentos sobre:

  • o uso da cloroquina no tratamento da covid-19 (doença causada pelo vírus). Bolsonaro quer alterar o protocolo do SUS e permitir a aplicação do remédio desde o início do tratamento.
  • o decreto de Bolsonaro que ampliou as atividades essenciais no período da pandemia e incluiu salões de beleza, barbearia e academias de ginástica
  • detalhes do plano com diretrizes para a saída do isolamento. O presidente defende uma flexibilização mais imediata e mais ampla.

Teich foi ao Palácio do Planalto nesta manhã para uma reunião com Bolsonaro. Em seguida, ele voltou para o prédio do Ministério da Saúde. A demissão foi anunciada logo depois.

Divergências com Bolsonaro

Cloroquina

Nesta semana, Bolsonaro disse em entrevista na saída da residência oficial do Palácio do Alvorada que seus ministros deveriam estar “afinados com ele”. O presidente fazia referência a uma postagem de Teich nas redes sociais em que o então ministro alertava para riscos da cloroquina no tratamento de covid-19.

Bolsonaro é um defensor da cloroquina, apesar de não haver comprovação científica da eficácia do remédio no tratamento da doença.

“Olha só, todos os ministros, eu já sei qual é a pergunta, têm que estar afinados comigo. Todos os ministros são indicações políticas minhas e quando eu converso com os ministros eu quero eficácia na ponta. Nesse caso, não é gostar ou não do ministro Teich, é o que está acontecendo”, afirmou Bolsonaro na ocasião.

Teich havia escrito:

“Um alerta importante: a cloroquina é um medicamento com efeitos colaterais. Então, qualquer prescrição deve ser feita com base em avaliação médica. O paciente deve entender os riscos e assinar o ‘Termo de Consentimento’ antes de iniciar o uso da cloroquina.”

Bolsonaro afirmou ainda que conversaria com o ministro sobre a alteração do protocolo do SUS para uso da cloroquina. Atualmente, o SUS ministra o remédio em casos graves. Bolsonaro quer a aplicação desde o início do tratamento.

O uso da coloroquina segue sendo estudado por vários países, mas pesquisadores ainda não conseguiram encontrar resultados conclusivos. O remédio é comumente usado no tratamento da malária.

A cloroquina foi também um dos motivos de divergência que pesaram na demissão do ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, substituído por Teich.

Isolamento social

Na quarta-feira (13), o Ministério da Saúde apresentaria em uma coletiva de imprensa, um plano com diretrizes para a saída do isolamento. A coletiva, no entanto, foi cancelada.

Em nota, o ministério informou que desde o último sábado (9) o plano vinha sendo discutido com os conselhos dos secretários de saúde estaduais e municipais, mas não se chegou a um consenso. Bolsonaro também não havia aprovado o plano.

Na quinta-feira (14), o presidente afirmou que, por ele, as atividades econômicas que estão paralisadas seriam retomadas imediatamente, e o isolamento passaria a ser vertical (em que apenas pessoas do grupo de risco ficam em casa).

O isolamento é a forma mais eficaz, segundo cientistas e autoridades sanitárias, de conter a propagação acelerada do vírus. Teich, em seus dias à frente da pasta, defendeu o isolamento.

Decreto de ampliação de atividades

Também nesta semana, Bolsonaro assinou um decreto para ampliar as atividades econômicas consideradas essenciais e que, portanto, poderiam funcionar no período da pandemia. O decreto incluía na lista salões de beleza, barbearias e academias de ginástica.

Teich não foi avisado por Bolsonaro sobre o decreto.

“Saiu hoje isso? Decisão de? Manicure, academia, barbearia…. Não é atribuição nossa, é uma decisão do presidente. A decisão de atividades essenciais é uma coisa definida pelo Ministério da Economia. E o que eu realmente acredito é que qualquer decisão que envolva a definição como essencial ou não, ela passa pela tua capacidade de fazer isso de uma forma que proteja as pessoas. Só para deixar claro que isso é uma decisão do Ministério da Economia. Não é nossa”, afirmou Teich na ocasião.

A maioria dos estados e o Distrito Federal decidiram não seguir o decreto de Bolsonaro. Em abril, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que cabe a estados e municípios estabelecerem regras de isolamento e quarentena durante a pandemia.

Fonte: G1

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Governo do estado autoriza licitações de van para o esporte e de arena para o bairro Boa Vista em Marechal Rondon

Investimento é de mais de R$ 1 milhão

Em ato realizado na sala de reuniões do gabinete, na prefeitura de Marechal Cândido Rondon, na tarde desta sexta-feira, dia 12, aconteceu as assinaturas de duas autorizações por parte do governo do estado para o município de Marechal Cândido Rondon promover importantes licitações. Uma delas refere-se à aquisição de um veículo tipo van para ser utilizada pela Secretaria de Esporte e Lazer, no valor de R$ 465.366,67, sendo R$ 300 mil oriundos do governo do estado, através do deputado estadual Hussein Bakri, e o restante contrapartida do município. A outra, trata da licitação no valor de R$ 619.064,36 para a execução de uma arena “Meu Campinho”, para o bairro Boa Vista.
Estiveram presentes o prefeito Marcio Rauber, deputado estadual Hussein Bakri, Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex, vice-prefeito Ilário Hofstaetter (o Ila), Secretário Municipal de Esporte e Lazer, Diogo Schneider, demais secretários, vereadores Adriano Backes, Vanderlei Sauer, Gordinho do Suco e Claudinho Kohler, colaboradores da secretaria de esporte, demais autoridades, convidados e representantes da imprensa regional.
Na oportunidade, o prefeito Marcio Rauber enumerou algumas das obras viabilizadas por Bakri e Sandro Alex ao município. Bakri aproveitou para mencionar outros projetos que estão em andamento e que deverão se tornar realidade muito em breve em Marechal Cândido Rondon. “Agradecemos muito ao deputado Hussein Bakri e ao secretário Sandro Alex. São verdadeiros parceiros do município em muitos projetos. Gratidão, também, ao governo do estado”, ressaltou Marcio Rauber.
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Fonte: Assessoria
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Escola Presidente Costa e Silva sedia aula inaugural do Proerd em 2024

Alunos do 5º ano da Escola Municipal Presidente Costa e Silva, de Margarida, assistiram na manhã desta sexta-feira (12), à aula inaugural do Proerd (Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência). Trata-se do início dos trabalhos no ano de 2024 em Marechal Cândido Rondon.

O município mantém um convênio com a Polícia Militar. Com isso, um policial instrutor Proerd transmite o conhecimento aos estudantes. A prefeitura atua em todas as fases do projeto, abrangendo organização, compra de livros, camisetas, organização da formatura, entre outros.

Estiveram presentes à aula inaugural o presidente da Câmara Municipal, vereador Soldado Sauer, a diretora da Escola Municipal Presidente Costa e Silva, Elisangela Röding, e equipe, a responsável pelo Proerd na Secretaria de Educação, Carmen Gevarovsky, e a policial militar Joselaine de Oliveira.

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Fonte: Assessoria

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Presidente do Sindicato Rural pede ampliação das renegociações de dívidas

O presidente do Núcleo dos Sindicatos do Oeste do Paraná e do Sindicato Rural de Marechal Cândido Rondon, Edio Chapla, entregou nesta quinta-feira, dia 11, um ofício ao presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, deputado federal Pedro Lupion.

O ato aconteceu pouco antes do início da sessão itinerante que a FPA realizou na Expo Londrina, no Norte do Estado, e busca ampliação das renegociações das dívidas rurais.

Atualmente, conforme a medida governamental, no Paraná somente podem obter esta renegociação produtores de soja, milho e da pecuária leiteira, o que é insignificante se comparada a crise que o agro enfrenta.

Por esse motivo, o rondonense Edio Chapla quer apoio da Frente Parlamentar da Agropecuária para que outras atividades agropecuárias impactadas pela crise também sejam contempladas..

 

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