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Toledo decreta situação de emergência em função dos casos de dengue

Assessoria

A Prefeitura de Toledo decretou situação de emergência em razão do alto número de casos confirmados de dengue na cidade.

A decisão foi publicada na manhã desta quinta-feira no Diário Oficial do Município.

 O município tem 702 casos confirmados da doença 

A referência para a classificação é existir pelo menos 300 casos contraídos no município para cada 100 mil habitantes.

A referência é o IBGE de 2018, onde estimava-se uma população de 138.572 habitantes.

Toledo conta atualmente com 892 casos notificados.: destes, 702 estão confirmados, sendo 673 autóctones e 29 importados.

Já foram descartados 98 casos e outros 92 aguardam resultado de exames.

A situação de emergência deve ficar vigente pelo prazo de 90 dias ou até que seja reduzido para menos de 1% o índice de infestação pelo mosquito Aedes Aegypti na cidade.

Novas ações devem ser desenvolvidas pelo Setor Epidemiológico do município de Toledo para combater a dengue na cidade.

Por outro lado, o boletim epidemiológico liberado às 16h00 de ontem, quarta-feira, pela Secretaria de Saúde de Marechal Cândido Rondon revela que aumentou para 904 o número de casos confirmados de dengue no município.

A epidemia de dengue

foi decretada pela Secretaria Municipal de Saúde no último dia 20.

Em números, houve avanço de 185 casos da última segunda-feira, dia 09, até ontem a tarde, passando de 719 para 904 casos confirmados.

 

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Geral

Mães menores de idade podem pedir auxílio emergencial

As mães com menos de 18 anos podem pedir o auxílio emergencial de R$ 600 – elas tem direto a 1.200 reais.

Incluída pelo Congresso durante a tramitação da medida provisória que instituiu o benefício, a extensão do auxílio emergencial para mães menores de idade havia sido sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro no último dia 15.

O cadastro no auxílio emergencial pode ser pedido até 3 de junho, próxima quarta-feira e a mãe menor de idade precisa cadastrar pelo menos dois membros da família (ela própria mais um filho, no mínimo).

Caso a adolescente pertença a uma família maior, com algum membro que tenha se cadastrado no auxílio emergencial, precisará fazer o cadastro compatível com o do outro membro da família.

Mães grávidas não poderão fazer o cadastro porque o aplicativo pedirá o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) do filho.

O processo se dará de forma igual ao dos demais cadastramentos e ao entrar no aplicativo, a mãe digitará nome completo, número do CPF, nome da mãe e data de nascimento, conforme constam nos cadastros da Receita Federal.

O aplicativo oferece a opção “mãe desconhecida”, caso a requerente não conheça a mãe.

Finalizado o cadastro, os dados serão enviados à Dataprev, empresa estatal de tecnologia, que comparará as informações prestadas com as 17 bases de dados disponíveis para ver se o requerente cumpre as condições da lei para receber o auxílio emergencial.

A usuária poderá acompanhar, no próprio aplicativo, se o benefício foi aprovado, negado ou se o cadastro foi considerado inconclusivo (quando as informações prestadas não conferem com os bancos de dados do governo).

De outra parte, um acordo judicial estabeleceu o prazo máximo de 20 dias corridos para a análise de pedidos de auxílio emergencial em decorrência da pandemia do novo coronavírus.

O acordo tem validade para todo o país e foi assinado em uma ação civil pública aberta na Justiça Federal de Minas Gerais pela Defensoria Pública da União (DPU), ante diversos relatos de demora na avaliação dos requerimentos.

No caso de aprovação do pedido feito pelo cidadão, a Caixa deve fazer o pagamento em até três dias úteis, contados a partir do recebimento dos recursos transferidos pela União, prevê também o acordo.

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Esportes

Atletas de Futsal morrem em acidente rodoviário em Francisco Beltrão

Dois ex-jogadores de futsal morreram após carro bater contra barranco, em Francisco Beltrão — Foto: Ivania Bonato/Diário da Informação

Um grave acidente na BR 475 em Francisco Beltrão tirou a vida de dois jovens na tarde deste domingo.

Eles estavam em um veículo sentido Verê, quando o condutor perdeu o controle da direção e bateu contra um barranco às margens da rodovia.

O automóvel que eles estavam ficou totalmente destruído e várias peças ficaram espalhadas pelo caminho.

No Honda Civic estavam cinco pessoas, uma delas morreu no local e as outras quatro foram atendidas pelas equipes do Corpo de Bombeiros e do Samu.

Três das vítimas, uma delas em óbito, estavam presas nas ferragens e foi necessária a utilização do desencarcerador.

Dois ocupantes sofreram ferimentos graves, um deles não resistiu e também morreu a caminho do hospital.

As vítimas fatais foram identificadas como Maxwell Soares e Luiz Soares, bastante conhecidos por serem jogadores de futsal.

Os jovens tiveram passagem pelo Norte Futsal e pelo time base do Marreco Futsal.

A propósito, o Marreco Futsal, de Francisco Beltrão, compartilhou em suas redes sociais uma nota lamentando a morte dos jovens.

Marreco Futsal lamentou a morte dos dois ex-jogadores, vítimas de um acidente em Francisco Beltrão — Foto: Reprodução/Facebook

Marreco Futsal lamentou a morte dos dois ex-jogadores, vítimas de um acidente em Francisco Beltrão — Foto: Reprodução/Facebook

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Geral

Projeto que cria a Lei das Fake News pode ser votado nesta terça

Ilustrativa

Está prevista para terça-feira (2) a votação no Senado do PL 2.630/2020, projeto que cria a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet, já chamada de Lei das Fake News.

O texto visa garantir autenticidade e integridade à comunicação nas plataformas de redes sociais e mensageiros privados para desestimular o seu abuso ou manipulação com potencial de causar danos individuais ou coletivos.

A proposta do senador Alessandro Vieira e dos deputados Tábata Amaral e Felipe Rigoni estabelece que as plataformas estão sujeitas a sanções por não cumprirem obrigações legais como, por exemplo: prover relatórios transparentes; exigir a rotulação de bots (aplicações de programa de computador que simulam ações humanas repetidas vezes de forma padrão, robotizada); ou destacar correções feitas por verificadores de fatos independentes.

O texto prevê que a plataforma deve aplicar a verificação responsável, ao invés de moderação e derrubada de conteúdo que é feito hoje: notificando o usuário e permitindo que ele se manifeste e eventualmente recorra da decisão realizada, o que hoje não acontece.

O Projeto de lei não prevê em nenhum trecho a retirada de conteúdo.

As sanções vão desde advertência, com indicação de prazo para adoção de medidas corretivas; multa; suspensão temporária das atividades; até proibição de exercício das atividades no país.

O relator da matéria é o senador Ângelo Coronel, também presidente da CPI Mista das Fake News, o qual já adiantou que deve complementar o projeto com outra proposta, de sua autoria, para aumentar as penas de quem promove desinformação na internet.

 

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