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Agricultura

Adapar mantém ritmo para garantir status sanitário e alimentos

AEN

A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) vem mantendo seus trabalhos essenciais, mesmo com a pandemia da Covid-19. No mês de março, as equipes somaram 11.800 fiscalizações nos 33 Postos de Fiscalização do Trânsito Agropecuário. Do total, 20,9% correspondem às ações de trânsito animal, 36,3% de produto animal, 33,6% de produto vegetal e 11,8% de veículos vazios.

Esse índice, ligeiramente inferior aos meses de janeiro e fevereiro, que tiveram uma média de 13,6 mil fiscalizações, explica-se pela intensificação das ações de enfrentamento ao coronavírus e à redução do fluxo de veículos nas rodovias no Paraná.

O diretor-presidente da Adapar, Otamir Cesar Martins, diz que os números mostram que a Agência não reduziu suas atividades no período de pandemia. “Agora, a Adapar se esforça para manter o ritmo de trabalho nas próximas semanas, promovendo a sanidade agropecuária do Estado”, destaca Martins.

“Nossas atividades, assim como as do setor agropecuário, são essenciais e não podem parar neste momento de pandemia, para que os alimentos cheguem à mesa dos consumidores, em quantidade e qualidade”, afirma.

Para o gerente de Trânsito Agropecuário da Adapar, Muriel Moreschi, o desempenho  demonstra a necessidade de fortalecer as fiscalizações e vigilância de movimentação de cargas de animais vivos, seus produtos e subprodutos e insumos agropecuários, para garantir a manutenção do status sanitários conquistados e mitigação de riscos de introdução de pragas e doenças no território paranaense. “Além de conferir a continuidade das atividades do setor produtivo que dependem do serviço público”, afirma ele.

Cerca de 208 milhões de animais foram encaminhados para abate em março e quase 2 mil Permissões de Trânsito Vegetal foram emitidas, o que está dentro da média de janeiro e fevereiro. A Gerência de Saúde Animal realizou 3,9 mil atividades de campo – no mês passado. Também foram emitidas 133,3 mil Guias de Trânsito Animal.

ESSENCIAIS – O diretor-presidente Otamir Cesar Martins reforça que, desde o dia 20 de março, equipes formadas por servidores da Polícia Rodoviária Estadual, Polícia Rodoviária Federal, Exército Brasileiro, Secretaria de Estado da Saúde e Adapar intensificaram o trabalho de fiscalização nas divisas interestaduais para conter o avanço do coronavírus.

“Nossos servidores e estrutura física dos postos nas divisas com os estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul têm sido estratégicos para as ações dos órgãos públicos”.

VEGETAIS – No mês passado, aconteceram 1.283 atividades de fiscalização na área de sanidade vegetal, das quais o comércio de insumos agrícolas, (agrotóxicos, fertilizantes e sementes) corresponde a 78%, explica o gerente de Sanidade Vegetal Renato Rezende.

“As fiscalizações do comércio e uso de agrotóxicos, certificação fitossanitária e vigilância e monitoramento de pragas de interesse do Estado, por serem atividades essenciais para a Defesa Agropecuária, funcionam de maneira remota neste período”, diz.

ORIGEM ANIMAL – A Gerência de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Gipoa) realizou 546 atividades em março, e também auxilia em ações para o combate ao coronavírus.  “Como medidas tomadas diante da pandemia, orientamos e estamos acompanhando as atividades de inspeção nos matadouros, as atividades emergenciais nos demais estabelecimentos industriais, bem como ações diante de análises fiscais em desacordo e denúncias”, diz a gerente da Gipoa em exercício, Elza de Morais.

Fonte: AEN

Adapar mantém ritmo para garantir status sanitário e alimentos. Foto: Adapar

Adapar mantém ritmo para garantir status sanitário e alimentos. Foto: Adapar

Adapar mantém ritmo para garantir status sanitário e alimentos. Foto: Adapar

Agricultura

Mercedes convoca produtores para a vacinação contra a brucelose

Quem deixar de vacinar os animais poderá ser multado

Até o final do expediente da prefeitura nesta sexta-feira, produtores de Mercedes ainda poderão confirmar inscrição para a segunda etapa da campanha de vacinação contra a brucelose.

O trabalho está sendo coordenado pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Meio Ambiente.

A médica veterinária Cristiane Machado, informa que a vacinação é obrigatória para as fêmeas da espécie bovina na faixa etária de 3 a 7 meses, tanto para gado de leite como de corte.

A vacinação será realizada no mês de junho pela médica veterinária da prefeitura através do programa “Mercedes com Desenvolvimento Sustentável”, que contempla o custeio de algumas despesas, incluindo o serviço veterinário.

O agropecuarista de Mercedes pagará o valor simbólico de 5 reais e 55 centavos por animal.

O Secretário de Agricultura, Pecuária e Meio ambiente de Mercedes Sebastião Koch lembra que, para participar do programa de incentivo é necessário que o produtor esteja em dia com o bloco de produtor rural e não ter débitos junto ao tesouro municipal.

A obrigatoriedade da vacinação dos animais está fundamentada na legislação vigente e conforme à Agência de Defesa Agropecuária do Paraná o produtor que não vacinar o seu gado poderá ser multado.

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Agricultura

Cooperados Copagril acompanham produção de aves pelo celular

Copagril

O frango é hightech (alta tecnologia em tradução livre) e agora está no celular. Os números, resultados e ações da granja já não são apenas físicos ou reféns de papel e caneta, agora as informações da produção estão online, para serem acessados em qualquer lugar, seja dentro da granja, na sede da cooperativa ou há milhares de quilômetros de distância. Essa é a avicultura 4.0, é a inovação tecnológica que está nas mãos do produtor rural.

A Copagril implantou um grande e importante projeto tecnológico para atender toda a cadeia de produção de aves, especialmente voltado à eficiência nas granjas dos cooperados. Com a plataforma que pode ser acessada pelo celular, produtores de aves cooperados da Copagril podem atualizar os dados dos lotes e verificar as informações em qualquer momento e lugar.

O aplicativo é um aliado para acompanhar os números e o desenvolvimento das aves e da granja, como peso dos animais, mortalidade, consumo de água e ração, entre outras funcionalidades. Tudo aquilo que já faz parte do dia a dia de manejo na granja, mas com uma grande diferença, agora tudo pode ser feito pelo celular e assim não precisa de planilhas e grandes arquivos para comparar ou avaliar.

Na prática

Um dos cooperados da Copagril que usa o aplicativo é o Vilmar Dinebier, que confidencia, que o principal usuário é o Maicon, empregado que cuida das granjas. “O principal uso do aplicativo é com o Maicon, mas acompanho diariamente o que está acontecendo na propriedade. O aplicativo é muito útil para conseguirmos gerenciar melhor e também passar os dados para a cooperativa”, explica o proprietário.

Vilmar tem três aviários em uma propriedade próxima a Unidade Industrial de Aves, em Marechal Cândido Rondon. Maicon Guilherme Rodrigues Moreira trabalha no manejo das aves e rapidamente “pegou o jeito” do aplicativo. “O uso do aplicativo facilitou a comunicação e a resposta ficou mais rápida e eficaz. Também é fácil, simples de configurar e trabalhar com o aplicativo. Por exemplo, uma vez houve uma mortalidade acima do regular, cadastrei os dados no aplicativo e em questão de uma hora o pessoal da cooperativa já entrou em contato para verificar o que aconteceu e avaliar o problema, isso nos ajuda e dá segurança no trabalho”, descreve.

“A maioria das pessoas têm o celular e usa no dia a dia, é comum estar com ele no bolso em qualquer momento, a ficha de papel não é tão prática. Você está em qualquer lugar da granja e o celular está junto, com o aplicativo em mãos é fácil fazer o registro no momento da ocorrência”, comenta Maicon.

Equipe técnica

A equipe do Fomento Aves da Copagril está acompanhando o uso do aplicativo e como comentado por Maicon, a atualização em tempo real é visualizada pelos profissionais, que podem responder conforme os dados apresentados. Facilitando o acompanhamento de técnicos e gestores.

“Para nós, o aplicativo ajuda muito na troca de informação. Por exemplo, sobre a entrega de ração, antes o produtor precisava ligar para os técnicos, para a unidade ou para a fábrica, agora tem tudo na mão, com todo o agendamento”, diz Karin Schneider, zootecnista da Copagril.

Ela também explica que o produtor pode verificar o comparativo dos resultados de sua produção e da Copagril, pode fazer chamados pelo aplicativo, acompanhar a mortalidade e peso. “No momento que o produtor lança no aplicativo a informação chega para a equipe do Fomento Aves. O produtor rapidamente recebe o assessoramento em caso de discrepância”, comenta a profissional.

“Também ajuda na comunicação com o técnico, que pode acompanhar e atender rapidamente. Também é possível observar a programação de ração, o agendamento e controle, até mesmo para liberar antes, caso seja possível”, lembra Maicon ao falar sobre as várias funções disponíveis no aplicativo.

Na indústria

Além de favorecer o desenvolvimento do manejo e controle do produtor dentro da propriedade, o uso do aplicativo contribui as atividades em toda a cadeia de produção avícola, em especial na indústria. “Com um controle maior em cada propriedade, podemos conseguir mais homogeneidade no peso das aves no momento de abate, o que é muito importante para indústria, em especial, pensando no mercado consumidor”, revela o supervisor do Fomento Aves Copagril, Gleisson Trentini.

O aplicativo está disponível para todos os cooperados integrados na produção de aves, em caso de dúvidas ou para mais informações podem ser contatados os técnicos da Copagril.

Fonte: Copagril

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Agricultura

Dificuldade de escoamento da Argentina aumenta a demanda por grãos do Brasil

Divulgação

A demanda por grãos do Brasil cresceu recentemente, uma vez que uma seca histórica que reduz o nível do rio Paraná afeta o escoamento de safras da Argentina e do Paraguai, levando alguns compradores a trocar as origens das aquisições, disse um comerciante brasileiro.

O Brasil é o segundo exportador global de milho, atrás dos Estados Unidos, enquanto a Argentina costuma figurar em terceiro, sendo também o maior exportador de farelo e óleo de soja.

O movimento se explica em função dos maiores custos e riscos para carregar grãos na Argentina, uma vez que as embarcações não têm sido completadas em toda a capacidade devido à possibilidade de encalharem no rio, segundo relatos de operações no mercado argentino.

Ontem por exemplo, um navio com farelo de soja da chinesa Cofco que carregava mais de 40 mil toneladas encalhou e bloqueou o tráfego na área do porto de Timbués.

Compradores no exterior estão buscando cargas adicionais no Brasil para carregar todo o navio, que antes previam carregar na Argentina, ou mesmo para realizar uma operação conhecida como “top-off”, por meio da qual o comprador pode completar uma carga de um navio que saiu de outro porto com capacidade em seus porões.

Segundo relatos na Argentina, embarcações do tipo Panamax, que poderiam zarpar com cerca de 55 mil toneladas, estão saindo dos terminais argentinos de Rosario com 10 mil toneladas a menos.

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