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Bombeiros seguem combatendo incêndio em área de três alqueires no Arroio Fundo

Bombeiros seguem combatendo incêndio em área de três alqueires na localidade de Arroio Fundo. Prefeitura municipal auxilia com máquinas para evitar a propagação dos focos.

O Corpo de Bombeiros de Marechal Cândido Rondon continua realizando o trabalho de combate ao incêndio iniciado ontem à noite, em uma área de depósito de galhos e árvores, na localidade de Arroio Fundo.
A prefeitura municipal, através da Secretaria de Agricultura e Polícia Ambiental, auxilia nos trabalhos com o objetivo de evitar a propagação dos focos.
A área queimada, de aproximadamente três alqueires, foi cedida pelo proprietário à prefeitura rondonense, para realizar o descarte de galhos e árvores que são retirados da sede municipal.
O comandante dos bombeiros de Marechal Cândido Rondon, capitão Tiago Zajac, fala do trabalho realizado pela corporação, estimando que equipes ficarão por dias de prontidão.
O secretário de Agricultura e Policia Ambiental do município, Adriano Backes, comenta do auxílio que a prefeitura está dando aos bombeiros, para evitar a propagação dos focos.

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Marechal Rondon confirma 1635 casos de dengue no município

O boletim da dengue divulgado pela Secretaria de Saúde de Marechal Cândido Rondon nesta segunda-feira aponta 1.635 casos confirmados de dengue no município.

O boletim ainda traz os casos notificados, sendo esses 1.883, casos descartados, 119, e em investigação, 129.

A considerar que com chuva os riscos da dengue são ainda maiores. a secretária de Saúde, Marciane Specht, pede para que os rondonenses, principalmente agora que estão em casa, em quarentena, limpem seus quintais e eliminem locais que possam acumular água.

No final da tarde desta segunda-feira, a Secretaria de Saúde de Mal. Cândido Rondon, por meio do Setor de Vigilância Epidemiológica, também divulgou mais um boletim do coronavírus.

O número de casos suspeitos é 30, há 02 casos confirmados, 10 descartados e mais 01 aguardando e um aguardando resultado laboratorial.

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Ministro da Saúde balança, mas permanece no governo Bolsonaro

Foto: G1

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou nesta segunda-feira, após reunião com o presidente Jair Bolsonaro e ministros no Palácio do Planalto, que permanecerá no cargo.

Bolsonaro teria decidido demitir o ministro, mas voltou atrás depois da reação de ministros do governo, dos presidentes de Senado e Câmara e de parlamentares.

O motivo que levou o presidente Jair Bolsonaro a cogitar a demissão de Mandetta foram as divergências públicas de ambos a respeito das estratégias para conter a velocidade do contágio pelo novo coronavirus.

O presidente defende o que chama de “isolamento vertical”, ou seja, isolar somente idosos e pessoas com doenças graves, que estão no grupo de risco, a fim de não paralisar a economia.

O ministro é a favor do isolamento amplo, adotado por governadores, pelo qual a recomendação é que as pessoas se mantenham-se em casa.

Segundo Mandetta, a reunião no Planalto serviu para demonstrar que agora o governo ‘se reposiciona’ em relação ao enfrentamento a novo coronavírus.

O ministro chegou a afirmar que ele e auxiliares já estavam “limpando as gavetas”.

Na entrevista coletiva, Mandetta também afirmou que não tem receio de crítica, mas que as críticas devem ser “construtivas”, sem tentativa de criar “dificuldade no ambiente de tabalho”.

Sem citar casos específicos, o ministro disse ainda que a orientação no Ministério da Saúde é ter “foco”, independentemente de “barulhos” que surjam no momento.

Ao afirmar que o dia foi “emocionalmente muito duro para todos” e que estava “um pouco mais apreensivo”, Mandetta destacou que irá “tocar em frente como o velho boiadeiro tocando a boiada”.

Ao encerrar a entrevista, ele disse que, se Bolsonaro quiser substituí-lo e à equipe atual do Ministério, “que encontre as pessoas certas”.

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Aeronaves do Governo já coletaram 1.457 amostras para testes de coronavírus

Divulgação

As aeronaves do Governo do Estado já coletaram 1.457 amostras de material para testes do novo coronavírus nas regionais de Saúde do Paraná, segundo levantamento da Casa Militar, órgão responsável pela operação logística do transporte.

As aeronaves da frota contabilizaram 73 horas e 20 minutos de voo em apenas duas semanas (23 de março a 5 de abril), o que significa três dias ininterruptos de deslocamento

Essa logística foi desenhada com apoio da Secretaria de Estado da Saúde e ajuda a mapear melhor e mais rápido a circulação do novo coronavírus, além de possibilitar o diagnóstico preciso aos pacientes a partir do teste de detecção realizado no Laboratório Central do Estado (Lacen-PR), em São José dos Pinhais, que é referência no Paraná para esse tipo de exame (RT-PCR).

Apenas as amostras de Curitiba (e região) e Ponta Grossa não contam com apoio aéreo pela proximidade.

Segundo o governador Carlos Massa Ratinho Junior, essa ação integrada permite ao Paraná delinear estratégias mais certeiras de combate à Covid-19.

O secretário estadual de Saúde Beto Preto ressalta que a logística auxilia principalmente no tratamento e na orientação por parte das equipes médicas que trabalham diretamente com os pacientes, infectados ou não pelo novo coronavírus.

A frota de aeronaves que a Casa Militar está utilizando é composta por quatro aviões – um Cessna Caravan, dois Sênecas III e o King Air 350 – e mais um helicóptero.

Aeronaves da Polícia Militar e da Polícia Civil também são usadas conforme a necessidade.

As regionais que mais demandaram transporte de amostras até o momento foram Cascavel, Foz do Iguaçu, Guarapuava, Maringá e Londrina, Pato Branco e Umuarama: juntas, elas englobam 141 municípios.

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