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Agricultura

Condições climáticas motivam preocupações para os agricultores da Região Oeste do Paraná

Falta de chuvas pode provocar atraso no milho safrinha lá na frente

Desde o fim do vazio sanitário no último dia 10, os produtores rurais já poderiam ter iniciado o plantio da soja, no entanto, sem previsão de chuva é melhor não arriscar.

Esta não é a primeira vez que o tempo seco atrasa o plantio das culturas de verão na região Oeste do Paraná: no ano passado aconteceu algo parecido.

Entretanto, o maior receio do produtor é que atrasando o início do ciclo com o plantio da soja, a colheita do milho safrinha seja prejudicada lá na frente.

Na Regional da Seab de Toledo, que abrange 20 municípios, incluindo Marechal Cândido Rondon, o plantio das culturas de verão deve chegar a 483 mil hectares.

A previsão de produção é de uma safra de mais de 1.800 toneladas.

De acordo com o Departamento de Economia Rural, 34% da safra já estão comercializados e, para garantir os bons resultados, os produtores aguardam com expectativa a chegada da chuva.

Todavia, o Simepar prevê para os próximos dias é céu aberto, o que aumenta a preocupação dos agricultores da região.

Ao detalhar a preocupação em relação as condições climáticas, o engenheiro agrônomo Renato Viebrantz, da Agrícola Horizonte de Marechal Cândido Rondon, faz algumas recomendações aos agricultores no momento da implantação das lavouras……..Ouça entrevista

Agricultura

Polícia Rodoviária pede atenção para o deslocamento de máquinas agrícolas

Imagem ilustrativa da internet

Com a intensificação do plantio em toda a região, nos últimos dias são frequentes os deslocamentos de máquinas agrícolas, o que aumenta os riscos de acidentes, pela desatenção de condutores ou pela falta de sinalização  adequada.

Em função disso, o comandante De Souza, do posto local da Policia Rodoviária Estadual, faz um alerta para que seja redobrada a atenção dos motoristas e, para que os agricultores também tomem as devidas precauções no deslocamento de uma lavoura para outra, utilizando as rodovias na região…

 

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Agricultura

Zerar imposto para importar milho e soja demonstra fragitidade no abastecimento

Na opinião do especialista em análise do mercado agropecuário, João Luiz Nogueira, a medida do Governo Federal de zerar o imposto para a importação de milho e soja expõe a fragilidade de política para o abastecimento interno.

 

Conforme já divulgado na Rádio Difusora do Paraná, na sexta-feira da semana passada o Comitê Executivo de Gestão, ligado à Câmara de Comércio Exterior do Ministério da Economia, zerou as tarifas de importação de milho e soja até final do primeiro trimestre de 2021.

Isto acontece num momento de falta dos produtos pra atender a demanda interna e consequente elevação dos custos, sobretudo, para os produtores de carnes, com destaque para suinocultores e avicultores.

O pedido para que esta medida fosse tomada, tinha sido protocolado junto ao Ministério de Agricultura e Abastecimento ainda em meados de setembro pela Associação de Proteína Animal, pois a falta e elevação dos custos já comprometiam a renda no campo.

Este episódio, expõe uma fragilidade da política do governo pra o setor rural no que se refere a manter estoques reguladores para suprimento da demanda nesse momento.

O analista de mercado, João Luiz Nogueira, colaborador da Rádio Difusora do Paraná no Programa Bom Dia Minha Terra,  espera que isso sirva de aprendizado, porque este cenário de alta liquidez deve permanecer e exportações também, pois o principal alicerce estão ligados aos fundamentos mais importantes do mercado que é a oferta e demanda, que devem continuar ajustadas…….

 

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Agricultura

Paraná mantém status de principal produtor de trigo do Pais

Ilustrativa

Estimativa de produção chega a 3 milhões e 300 mil toneladas

 

Com uma estimativa de produção de 3 milhões e 300 mil  toneladas de trigo, o Paraná deve ser o estado mais favorecido com a alta no preço da commodity.

A elevação da produção, ou seja,  55% acima da safra de 2019, de 2 milhões e 100 mil  toneladas,  isola o estado ainda mais na posição de principal produtor de trigo no país, já que a metade da produção do Brasil sai dos moinhos do estado.

O trigo vem tendo repetidas altas, nas últimas semanas, por uma série de fatores, um deles,  o aumento no consumo interno durante a pandemia.

Dados da Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados  indicam que a demanda cresceu 15% no período.

Somam-se a isso um aumento do preço na época de colheita, algo que é corriqueiro nesta cultura, e uma demanda elevada do mercado externo e essa junção tem feito o trigo dobrar de preço em relação à safra passada.

No estado, o fim da safra avança e de  acordo com o boletim mais recente do Departamento de Economia Rural,  a colheita já chegou a 84% da área cultivada e 79% das lavouras estão em boas condições.

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