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Agricultura

Copagril premia os melhores do ano na suinocultura

Centenas de produtores cooperados participaram ontem a tarde no pavilhão da comunidade católica em Marechal Cândido Rondon, do Seminário Anual de Suinocultores da Copagril.

O evento foi aberto pelo diretor-presidente, Ricardo Chapla o qual apresentou números relativos a suinocultura praticada em toda a área de ação da Copagril, e lembrou que foi justamente a produção de suínos um dos pilares que alavancou a história da cooperativa.

Dois palestrantes discorreram sobre assuntos de interesse dos produtores: o médico veterinário da Adapar, Loreno Egidio Tafarel focou suas palavras no cadastramento obrigatório de todos os animais existentes nas propriedades rurais e o professor da Universidade Federal do Paraná, campus de Palotina, Geraldo Alberton, que falou sobre biosseguridade e o mercado mundial da carne suína.

No final do encontro foram premiados os produtores que obtiveram os melhores desempenhos em terminação, crechários e UPLs ao longo do ultimo ano em toda a área de ação da cooperativa.

Na categoria terminação, menor percentual de mortalidade, Clair Paulo Coldebella, de Novo Sarandi, Toledo.

Categoria terminação, melhor conversão alimentar, Neldo Hasper, de Nova Santa Rosa, com índice de 2 quilos 604 gramas.

Categoria Crechário – menor percentual de mortalidade, com 4,55% o produtor Claudiomar Gartner, de Quatro Pontes.

Categoria crechário – melhor conversão alimentar, com 1 quilo 409 gramas, Heriberto Conrat, de Vila Curvado.

Na categoria UPL, maior produtividade de leitões/porca/ano, foram três os produtores premiados:

3º. Lugar – Granja Vô Manzke/ Cesar Luis Scherer , de Novo Sarandi, Toledo, com índice 29,79.
2º. Lugar – Granja Tigrinho/Cesar Luis Scherer, de Linha Tigrinho Toledo, com 30,59.
1º lugar para Cesar Luiz Petri, de Margarida, índice 31,58.

De acordo com o presidente da Copagril, Ricardo Silvio Chapla, o produtor precisa ficar atento ao momento bom que está sendo vivido pela suinocultura, principalmente no tocante ao mercado mundial, porque isso apenas “é momento”.

Por conta disso, o produtor não pode ser imediatista e nem pensar apenas em lucros rápidos, sob pena de ter problemas mais à frente…..

 

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Agricultura

Suinocultores querem maior prazo para adequar granjas conforme portaria da Adapar

Prazo dado pela Adapar expira em 17 de novembro

Desde o dia 17 de novembro do ano passado o Estado do Paraná tem um novo guia de práticas para propriedades dedicadas à criação de suínos.

Naquela data entrou em vigor a Portaria nº 265, elaborada pela Agência de Defesa Agropecuária do Paraná, aliás a primeira do país, que regulamenta a biosseguridade em granjas de suínos.

O objetivo do documento é garantir a prevenção e o controle de doenças infecciosas na criação desses animais.

A contar de 17 de novembro do ano passado, os produtores tiveram prazo de um ano para adequação das granjas de produção de suínos comerciais.

Com a nova proposta, o Estado vai garantir maior qualidade sanitária para os rebanhos.

Conforme o professor e pesquisador da Universidade Federal do Paraná, Geraldo Alberton, trata-se da busca de proteção dos rebanhos ,porque justamente a biosseguridade é o principal problema que a cadeia enfrenta hoje..

 

A propósito , ontem em Curitiba o prefeito de Entre Rios do Oeste, Jones Neuri Heiden, entregou ofício na Secretaria da Agricultura e Abastecimento, ao engenheiro Richardson de Souza, pedindo a prorrogação por mais um período da portaria nº 265, que estabelece normas de biosseguridade mínima para estabelecimentos que produzem suínos para fins comerciais.

Segundo o prefeito de Entre Rios do Oeste , apesar do prazo dado muitos produtores enfrentaram dificuldades e ainda não estão de acordo com o que determina a portaria, por cuja razão está sendo solicitado um prazo maior.

Conforme o prefeito de Entre Rios do Oeste, as conversas em Curitiba foram positivas e provavelmente o governo acene positivamente ao pleito dos suinocultores.

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Agricultura

Paraná espera resultados rápidos com o fim da vacina contra a aftosa

As autoridades ligadas ao setor de sanidade animal estão empenhadas no sentido de alertar os pecuaristas sobre a importância da atualização dos rebanhos existentes no Estado.

Devem ser atualizados os números relativos a bovinos, búfalos, ovelhas, cabras, suínos, cavalos, jumentos mulas, aves e peixes.

Com o fim das campanhas anuais de vacinação contra a aftosa, foi estabelecido o dia 30 de novembro como data limite para a atualização dos cadastros junto a Adapar.

Isso faz parte de processo que, desencadeado a partir do fim da vacinação, poderá trazer resultados positivos ao Paraná, conforme o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken…

 

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Agricultura

Suinocultura vive bom momento mas precisa aumentar consumo interno

Com momento favorável no mercado internacional, produtores de suínos precisam deixar de lado o lucro a curto prazo e investir mais para modernizar a atividade.

No seminário anual dos produtores de suínos realizado pela Copagril na semana passada, o tema central foi mais uma vez a biosseguridade, considerando agora o bom momento no mercado mundial.

Está muito claro para as principais lideranças do setor, que a cadeia de suínos produz com qualidade e competitividade, mas precisa, com urgência, implementar estratégias eficientes para transformar estas vantagens competitivas em ganhos de mercado.

Experiências bem-sucedidas em outros países comprovam que é necessário organizar e investir concretamente, para assegurar um consumo crescente e constante, que não dependa de imprevistos ou episódios sanitários como os vividos atualmente pela China e outros países.

Num recente seminário de especialistas e pesquisadores, realizado em Foz do Iguaçu, foi consenso entre os cerca de 350 participantes, que assim como a Rússia desenvolveu sua própria estrutura produtiva, a China, mais cedo ou mais tarde, estará recompondo seus planteis e reduzindo a atual demanda, que aliás está sendo suprida pelo Brasil.

Segundo o professor Geraldo Alberton, especialista em suinocultura pela Universidade Federal do Paraná, campus de Palotina, é preciso aproveitar as oportunidades externas, mas o grande potencial de crescimento está no mercado interno brasileiro e isso exige atenção e investimento pelos suinocultores..

 

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