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Corpo de mulher assassinada pelo marido é velado em Bom Jardim

Está sendo velado na Igreja Católica de Bom Jardim – Mal Rondon, o corpo de Zenaide Koerich Fiori,  de 47 anos, que foi assassinada com 14 facadas pelo marido, Nelson Fiori, de 56 anos,  conhecido como “Pitcha”.

 

 

Esposo recebeu alta ontem da UPA e foi encaminhado a cadeia onde está a disposição da Justiça: crime de feminicídio não tem fiança.

 

 

O crime foi registrado na quarta-feira na propriedade rural do casal, localizada na Linha Passo Fundo – Bom Jardim, interior de Marechal Rondon.

A policia instaurou inquerito e a princípio, uma discussão do casal motivou o assassinato da mulher, seguido de tentativa de suicídio do homem.

Foi apurado que eles teriam chegado em casa na noite de terça-feira e comecaram a discutir, quando Zenaide teria arremessado uma cadeira em “Pitcha”, que armou-se com uma faca e desferiu vários golpes.

Ao dar conta de que matou a esposa, ele pegou a faca e desferiu um golpe no pescoço.

A Policia espera o depoimento do marido para fechar detalhes, porém, tudo indica que o crime teria ocorrido na noite de terça e o casal somente foi encontrado na manha de quarta-fera, por um irmão que reside próximo e que estranhou pelos latidos do cachorro.

Quando o familiar chegou na propriedade, encontrou seu irmão na área da casa – sangrando muito, o qual relatou que teria matado a esposa e depois tentou tirar sua propria vida.

Bombeiros e SAMU foram acionados, prestaram atendimento médico ainda no local e depois o encaminharam para a UPA Marechal, onde “Pitcha” permaneceu sob escolta policial.

Ontem, por volta das 20 horas e 30 minutos, ele recebeu alta e foi encaminhado a Delegacia de Policia de MaL Rondon, onde fica a disposição da Justiça: responderá por “feminicídio”, crime que não tem fiança.

O corpo de Zenaide Koerich Fiori, 47 anos, está sendo velado na Igreja Católica de Bom Jardim, onde as 15 horas haverá missa seguida de  sepultamento  no cemiterio daquele distrito.

 

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Coronavírus: Paraná prorroga toque de recolher e restrição a serviços não essenciais até quarta-feira (10)

Divulgação

O governo do Paraná prorrogou, nesta sexta-feira (5), as medidas restritivas para tentar conter o avanço da pandemia do coronavírus no estado. O novo decreto vale até 5h de quarta-feira (10).

O novo decreto foi anunciado pelo governador Ratinho Junior (PSD) e pelo secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Com isso, fica prorrogado o toque de recolher das 20h às 5h, o fechamento das atividades não essenciais e a suspensão das aulas presenciais no Paraná.

Também permanece proibida a venda de bebidas alcoólicas no estado no horário do toque de recolher, conforme o anúncio.

O que muda?

 

A partir de quarta-feira, com o fim do prazo do decreto, volta a ser permitida a abertura de serviços não essenciais, como o comércio, que poderá abrir das 10h às 17h.

“Queremos que as pessoas circulem de manhã, para evitar aglomerações no transporte coletivo. Continua o toque de recolher a partir das 20h, assim como a proibição de venda de bebidas alcoólicas no mesmo horário”, ressaltou o governador.

 

Escolas particulares do estado, em modelo híbrido, podem voltar às aulas a partir do fim da prorrogação do decreto, de acordo com o governador Ratinho Junior.

Na rede pública, o retorno está previsto para a segunda-feira (15). A taxa de ocupação das salas de aula não pode ultrapassar 30% da capacidade.

Internações

 

As medidas mais restritivas com objetivo de diminuir a circulação do vírus no estado entraram em vigor no sábado (27). Mesmo assim, até quinta-feira (4), o número de pessoas internadas com Covid-19 ou suspeita da doença bateu recorde por nove dias seguidos, chegando a 4 mil internações.

A fila de espera por vagas em hospitais também bateu sucessivos recordes no período. Na quinta-feira, segundo a Secretaria Estadual da Saúde (Sesa), 811 pessoas aguardavam leitos de UTI ou de enfermaria.

Os dados desta sexta-feira, divulgados pela Sesa, apontaram que o estado chegou a 96% de ocupação dos leitos de UTI Covid-19. Em todas as macrorregiões, a ocupação das alas de UTI Covid está acima de 95%.

“Já abrimos, em 13 dias, mais de 200 leitos de UTIs. As equipes estão se dedicando para tentar amenizar o problema”, disse Ratinho Junior.

 

Isolamento

 

O índice de isolamento social no estado esteve entre 34% e 35% no Paraná, de segunda (1) a quinta-feira, de acordo com o monitoramento feito com dados de geolocalização pela empresa In Loco.

A proporção é maior do que nas duas semanas anteriores ao decreto, quando o isolamento, de segunda a sexta-feira, esteve entre 29% e 31%, mas é o mesmo índice alcançado na primeira semana de fevereiro e inferior ao atingido em janeiro, quando serviços não essenciais estavam funcionando e o toque de recolher valia das 23h às 5h.

No domingo (1°), o índice de isolamento chegou a 53%, a maior marca desde 24 de janeiro.

Pandemia no estado

 

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), nesta sexta-feira, o estado chegou a 667.441 casos confirmados da doença. Desde o início da pandemia, 12,1 mil pessoas morreram vítimas da doença.

“No Paraná, todos os testes que foram feitos apontaram 70% da cepa P1. Isso demonstra que a sepa está circulando no Paraná e essa explosão de casos tem relação direta com a presença da cepa amazônica sim. É um contágio mais agressivo”, disse o secretário de Saúde.

 

Prorrogações do toque de recolher

 

O toque de recolher entrou em vigência no estado em 2 de dezembro. A media valeu por 15 dias, entre entre 23h e 5h. À época, o estado tinha o total de 285.837 casos confirmados e 6.188 óbitos.

A determinação foi prorrogada outras cinco vezes:

  • Em 17 de dezembro de 2020, quando o Paraná atingiu 7.112 óbitos e 363.373 casos confirmados da doença. A medida valeu por 10 dias.
  • Depois, em 28 do mesmo mês, quando o estado passou de 400 mil diagnósticos e registrou 7.671 mortes. Nesse documento, a medida não teve validade na virada de ano.
  • No dia 7 de janeiro deste ano, toque foi prorrogado mais uma vez, mas com mudanças. O decreto ampliou o limite de 10 para 25 pessoas nas reuniões e eventos presenciais. Nesse dia, a Sesa relatou problemas técnicos e não divulgou dados diários da Covid-19.
  • Em 29 de janeiro, houve nova prorrogação do toque de recolher no estado. Medida valeu por 10 dias. O boletim desse dia apontou que o Paraná estava com o total de 9.848 mortes e 539.442 casos confirmados.
  • No dia 10 de fevereiro, foi prorrogada a medida das 23h às 5h até o dia 28. Entretanto, no dia seguinte, o Governo do Paraná reduziu em uma hora o período do toque de recolher, ficando entre 0h e 5h.

 

Fonte: G1 Paraná
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Prefeito Rodrigo já disponibilizou recurso necessário para imunizar a população de Maripá

O prefeito de Maripá, Rodrigo Schanoski, confirmou a intenção de participar do consórcio que deverá ser constituído pela AMOP – Associação dos Municípios do Oeste do Paraná, por meio do Consamu – Consórcio de Saúde dos Municípios do Oeste, para compra da vacina Sputnik, da Rússia, ou de qualquer outro laboratório autorizado pela ANVISA.

Rodrigo garante que o município já dispõe do recurso necessário – próximo a meio milhão de reais, para imunizar a população que deve ser vacinada e caso necessário, será encaminhado projeto de lei em regime de urgência para a Câmara de Vereadores……

 

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Forças policiais realizam operação para destruição de portos clandestinos na região lindeira

Foram destruídos 41 portos clandestinos localizados entre Guaíra e Santa Helena

 

Ao longo dos últimos 20 dias, segunda operação integrada entre Polícia Federal, BPFRON/PMPR e Exército Brasileiro realizou a destruição de 41 portos clandestinos localizados às margens do Lago de Itaipu num perímetro de aproximadamente 100km de Fronteira entre os municípios lindeiros de Guaíra e Santa Helena.

O trabalho contemplou o levantamento georreferenciado e a destruição de áreas utilizadas por criminosos na promoção de tráfico de drogas e armas, bem como contrabando e descaminho.

Considerando que este portos clandestinos são feitos na mata ciliar do Lago de Itaipu, em área de proteção ambiental, os proprietários das áreas foram mapeados, identificados e medidas afins à legislação ambiental poderão ser tomadas contra aqueles que permitirem o ocorrência de crimes em sua propriedade.

O nome IMPORTUNUS, derivado de Portunus – deus dos portos, chaves e portas.

Importunus é um adjetivo em latim que também significa “que não se pode aportar, fundear, ancorar”.

Esta foi a 2ª etapa para retomada destes portos clandestino, sendo que a primeira delas ocorreu um novembro de 2020 e já está no planejamento entre as forças de segurança uma 3ª fase contemplando o perímetro entre Santa Helena e Foz do Iguaçu – deixando clara a mensagem das forças integradas de segurança da região de que não haverá trégua aos crimes ambientais e de fronteira ocorridos nessas localidades e que estes pontos estão sendo permanentemente monitorados, ou seja, eventual reabertura de alguns desses pontos serão respondidas imediatamente com o seu fechamento.

Como divulgado na ocasião da primeira etapa desta operação, as ações de fiscalização, identificação e destruição de portos clandestinos continuarão a ser realizadas rotineiramente.

Tal atuação estratégica está inserida no contexto operacional do PROGRAMA V.I.G.I.A., no qual a OPERAÇÃO HÓRUS desenvolve o eixo operacional através de integração interagências de equipes da POLÍCIA FEDERAL, BPFRON e BOPE da PMPR, TIGRE, COPE e GOA da PCPR, BOPE/PMMS, FORÇA NACIONAL, RECEITA FEDERAL e EXÉRCITO BRASILEIRO, com apoio da SEOPI – Secretaria de Operações Integradas/MJSP.

 

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