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Política

De adversário a aliado: PP abraça Ratinho Jr para as eleições do ano que vem

Ex-governadora Cida Borghetti. Foto: Divulgação

Principal adversária nas eleições de 2018, a ex-governadora Cida Borghetti estará no palanque do governador Ratinho Junior , no  ano que vem.

Numa reunião  ontem  no Palácio Iguaçu, a presidente estadual do PP, deputada Maria Victória, filha de Borghetti, oficializou o apoio do partido à reeleição de Ratinho Junior em 2022.

A aliança entre PSD e PP é resultado do que já vinha sendo construído nas eleições municipais do ano passado, quando os partidos estiveram juntos nas disputas das principais cidades, num dos movimentos de Ratinho Junior para montar uma grande aliança já visando as eleições do ano que vem.

Num comunicado distribuído após a reunkão de ontem, o PP afirma que “Há consenso entre as duas siglas de que o clima de estabilidade política alcançado pelo Paraná deve ser priorizado em torno de uma aliança que seja melhor para o Estado”.

O PP adiantou ao governador Ratinho Jr que pretende um espaço na chapa majoritária, podendo  indicar vice ou candidato ao  senado,  e já indicou alguns nomes, como a própria Maria Victoria, o prefeito de Londrina, Marcelo Belinatti ,  o deputado estadual Luiz Carlos Martins, o ex-deputado federal Dilceu Sperafico ou o ex-prefeito de Maringá, Silvio Barros.

Ricardo Barros, principal liderança do partido no estado, líder do governo Bolsonaro na Câmara dos Deputados, marido de Cida e pai de Maria Victoria, informou que disputará a reeleição para o Congresso Nacional, enquanto Cida Borghetti não se candidatará no ano que vem, pois acabou de ser nomeada conselheira na Itaipu Binacional.

A definição do PP mais de um ano antes do período de convenções partidárias que vão definir candidaturas e alianças para outubro de 2022 coloca o partido liderado pela família Barros em vantagem na corrida por uma das duas vagas majoritárias na coligação de Ratinho Junior.

 

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Geral

Câmara de Vereadores devolve 1 milhão de reais para prefeitura investir em pavimentação

O Poder Legislativo de Marechal Cândido Rondon devolveu 1 milhão de reais ao cofre da administração Municipal.

Os recursos são resultado das economias feitas pela Casa de Leis nos primeiros cinco meses deste ano e o empenho da devolução do dinheiro foi assinado pelo vereador presidente Pedro Rauber.

O retorno dos recursos ao cofre do Município foi autorizado pelos vereadores, que na última semana aprovaram por unanimidade o projeto de lei 15/2021, de autoria do Poder Executivo.

Conforme a matéria aprovada, este crédito adicional suplementar de até R$ 1 milhão no Orçamento Geral do Município será todo investido na revitalização de vias urbanas.

Pedro Rauber enalteceu o entendimento de todos os vereadores, sobre a necessidade de reduzir gastos durante a pandemia, a fim de que a administração municipal estivesse em condições de atender as demandas feitas pela população.

Segundo ele, a intenção inicial era garantir recursos para aplicar na nova sede da Câmara de Vereadores, a partir da mudança para o antigo Fórum, ou então, caso isso não ocorresse, que fosse aplicado na construção do prédio próprio.

Contudo, a Mesa Diretora entendeu que o momento atual exige o atendimento de outras prioridades.

A devolução antecipada de recursos do Poder Legislativo está de acordo com o que determina o Tribunal de Contas do Paraná.

O órgão proíbe que se devolva dinheiro mensalmente e recomenda que isso ocorra ao final do ano, porém, não proíbe que sejam feitas devoluções durante outros períodos do ano.

Nesse sentido, conforme anunciado por Pedro Rauber, há expectativa de que já em setembro seja possível uma nova devolução de sobras orçamentárias da Câmara de Vereadores.

 

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Política

Executiva Nacional do DEM expulsa ex-presidente da Câmara Rodrigo Maia do partido

Rodrigo Maia — Foto: Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados

A Executiva Nacional do DEM decidiu nesta segunda-feira (14), por unanimidade, expulsar o ex-presidente da Câmara Rodrigo Maia (RJ) do quadro de filiados do partido.

Segundo a nota oficial da legenda (leia abaixo), a comissão “deliberou pelo cometimento de infração disciplinar, e consequente expulsão do deputado”.

Um entendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) define que, em caso de expulsão, o partido não pode requerer o mandato. Essa interpretação foi adotada, por exemplo, quando o deputado Alexandre Frota (SP) foi expulso do PSL, em 2019 – hoje, Frota é deputado pelo PSDB.

Por essa regra, Maia seguirá deputado federal e poderá se filiar a outra sigla.

Rodrigo Maia está no sexto mandato como deputado federal. Comandou a Câmara entre julho de 2016, quando sucedeu Eduardo Cunha (MDB-RJ), e fevereiro de 2021, quando foi sucedido por Arthur Lira (PP-AL).

Maia pediu para sair
Em maio, Rodrigo Maia já havia anunciado que apresentaria ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um pedido de desfiliação do DEM. Naquele momento, o deputado não quis informar a qual partido se filiará.

No documento, Maia afirma que sofre “grave discriminação” política e pessoal na legenda e que houve “substancial mudança” do programa partidário do DEM, aproximando a sigla do presidente Jair Bolsonaro.

A Resolução 22.610/2007 do TSE prevê a desfiliação partidária com manutenção do mandato se houver justa causa, como incorporação ou fusão do partido; criação de novo partido; mudança substancial ou desvio reiterado do programa partidário; grave discriminação pessoal.

Com isso, se a ação de desfiliação fosse julgada procedente, Maia também teria o direito de migrar de partido sem perder o mandato. Foi o que aconteceu com a deputada Tabata Amaral (SP), autorizada pelo TSE a deixar o PDT e seguir no cargo.

Desavenças no partido
Rodrigo Maia se desentendeu com o presidente do DEM, ACM Neto, durante a campanha para presidência da Câmara.

Enquanto Rodrigo Maia apoiou Baleia Rossi (MDB-SP), o DEM decidiu se manter neutro. Esse movimento foi visto por Maia como o motivo da derrota de Baleia e da vitória de Arthur Lira, aliado do presidente Jair Bolsonaro.

Maia disse que foi traído por ACM. Ao jornal “Valor Econômico”, afirmou que sua cabeça foi “entregue de bandeja” ao Planalto e chamou ACM de “oportunista”. O deputado João Roma, ex-chefe de gabinete de ACM, assumiu o Ministério da Cidadania em fevereiro deste ano.

ACM Neto rechaça a ideia de que o DEM foi responsável pela derrota de Baleia Rossi. Diz também que Maia “procura culpados por erros que cometeu”. Neto também nega que o DEM tenha negociado cargos com Bolsonaro para apoiar Lira.

Íntegra

Leia abaixo a íntegra da nota divulgada pelo DEM nesta segunda:

Nota Oficial

Em reunião realizada nesta segunda-feira (14), a Executiva Nacional do Democratas decidiu expulsar o deputado Rodrigo Maia (RJ) de seu quadro de filiados.

Após garantir o amplo direito de defesa ao parlamentar, os membros da Executiva apreciaram o voto da relatora, deputada Prof. Dorinha.

A comissão nacional, à unanimidade de votos, deliberou pelo cometimento de infração disciplinar, e consequente expulsão do deputado.

Executiva Nacional do Democratas

 

Fonte: G1

 

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Geral

Marechal Rondon pode ter mês dedicado à campanha de doação de sangue

Assessoria

Está em tramitação no Poder Legislativo de Marechal Cândido Rondon o projeto de lei 20/2020, de autoria do vereador Gordinho do Suco, que visa instituir no calendário oficial do Município o “Junho Vermelho”, mês dedicado à realização de campanha de incentivo à doação de sangue.

O objetivo é priorizar a conscientização da população sobre a importância de doar sangue e incentivar os órgãos da administração pública municipal, empresas, entidades de classe, associações e a sociedade civil organizada para se engajarem nas campanhas de incentivo.

A intenção é que durante o “Junho Vermelho” aconteçam ações de conscientização da população através de procedimentos informativos e educativos, inclusive com a realização de palestras, audiência pública e conferências, a fim de que sociedade possa conhecer melhor o assunto e debater sobre iniciativas de apoio à doação de sangue.

O projeto de lei ainda busca autorizar o Executivo Municipal a firmar parcerias com a iniciativa pública ou privada, pessoas físicas ou jurídicas, entidades religiosas, universidades e faculdades para a realização e organização do “Junho Vermelho”.

 

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