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Agricultura

Departamento de Agricultura dos EUA prevê aumento da produção de carne brasileira

O escritório no Brasil do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos emitiu um relatório em que prevê um aumento de 3,4% na produção de carne bovina brasileira neste ano.

Em volume de produção, a estimativa é de um incremento de 10,5 milhões de toneladas, conforme a previsão do órgão.

Para os técnicos da USDA no Brasil, o aumento da produção é devido ao aumento da produtividade, aos níveis recordes de exportação e na alta demanda interna.

Em relação a carne suína, a estimativa do USDA é ainda maior.

São projetados elevação na casa dos 4,5% na produção, atingindo níveis recordes de aproximadamente 4,2 milhões de toneladas.

O incremento na carne suína é muito influenciado em razão das exportações para a China, a intensa demanda doméstica e ao que o USDA classifica como estáveis, mas relativamente mais altos para este ano, custos de alimentação dos animais.

O relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos estima ainda que a economia brasileira deva crescer 2% neste ano, com declínio da inflação e das taxas de desemprego, aliado a um aumento do poder de compra dos brasileiros.

Apesar disso, os níveis de incerteza estão tendo um aumento considerável desde o último mês, em razão do impacto do Novo Coronavírus no país chinês, principal mercado internacional da carne brasileira.

No entanto, os exportadores brasileiros seguem otimistas quanto as exportações de carne de gado e suína produzidas no Brasil em 2020.

As bases para os percentuais de previsão de aumento da produção de carne bovina e suína brasileira projetadas pelo órgão norte-americano são embasadas pelos fatores já citados, como aumento da exportação e demanda interna em crescimento.

Além disso, conforme o USDA, há perspectivas positivas para as safras de soja e milho no Brasil, o que pode contribuir para manter estáveis os custos de produção animal, mesmo que em patamares mais elevados no comparativo com anos anteriores.

Por outro lado, as incertezas se concentram na variabilidade das taxas de comércio internacional, no acordo comercial entre Estados Unidos e China e no impacto do Novo Coronavírus.

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Agricultura

Frente da agropecuária discute demandas para o plano safra 2020/2021

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A Frente Parlamentar da Agropecuária do Congresso Nacional debateu ontem, no sistema não presencial, as principais demandas do setor para serem incluídas no Plano Safra 2020/2021.

Como acontecem nas terças-feiras, a Frente Parlamentar da Agropecuária reuniu seus membros para discutir as ações mais necessárias para melhor o desempenho do agronegócio brasileiro.

Dentre os assuntos de ontem foram debatidas questões relativas ao processo de regularização fundiária e, sobretudo, em relação ao momento de dificuldades enfrentadas pela bovinocultura leiteira.

Ela vive uma de suas piores crises, com preços muito aquém das necessidades dos produtores, e muitos já estão vendendo suas matrizes e abandonando definitivamente a atividade.

Os deputados discutiram ações que devem ser implementadas para evitar a falência do setor do leite, contudo os estudos ainda estão em andamento para que os encaminhamentos venham a ser feitos.

Também houve debate sobre o Funrural das cooperativas e integrados, porém o assunto de maior relevância da reunião desta terça-feira abrangeu as demandas do Plano Safra 2020/2021.

Na condição de vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, o deputado federal Sérgio Souza destaca as demandas principais da classe..

 

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Agricultura

Sistema FAEP/SENAR mantém suspensão dos seus cursos presenciais

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O Sistema FAEP/SENAR-PR irá manter a suspensão dos seus cursos presenciais por prazo indeterminado.

A decisão da diretoria da entidade está alinhada com as orientações dos órgãos de saúde, como o a Organização Mundial de Saúde e o Ministério da Saúde, e também decretos federal, estadual e, até mesmo, alguns municipais.

“Essa medida é fundamental para garantir a segurança e saúde dos nossos produtores rurais, trabalhadores rurais, instrutores e colaboradores da entidade. Precisamos aguardar total segurança para retomar os cursos presenciais”, ressalta Ágide Meneguette, presidente do Sistema FAEP/SENAR-PR.

Apesar da suspensão dos cursos presenciais por tempo indeterminado, o Sistema segue trabalhando em prol do agronegócio paranaense.

O SENAR-PR, por exemplo, desenvolveu uma série de estratégias para a realização de atividades e atendimentos de forma remota.

Diante da nova rotina por conta da pandemia do coronavírus, o SENAR-PR está utilizando a Educação a Distância para oferecer uma série de cursos.

O portal de cursos da entidade conta com títulos em diversas áreas, além da formação dos professores do Programa Agrinho.

São 32 títulos à disposição, totalmente gratuitos, que trabalham desde a gestão da propriedade rural, passando pela educação – com o aperfeiçoamento para docentes do Programa Agrinho -, até habilidades básicas para o nosso cotidiano, como português, matemática e uso de recursos digitais.

As aulas ocorrem em diferentes formatos, videoaulas, textos interativos, slides, imagens, e, ao término, o participante recebe o certificado do curso realizado.

Os cursos podem ser feitos por pessoas de qualquer região do Paraná, de acordo com os requisitos necessários e cada capacitação tem uma exigência quanto a idade e escolaridade do participante.

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Agricultura

Setor agropecuário pode crescer até 2,5% apesar da covid-19

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) projeta crescimento de 2,5% para o Produto Interno Bruto (PIB) do setor agropecuário brasileiro.

O resultado considera os efeitos da pandemia de covid-19.

De acordo com a Carta de Conjuntura, divulgada ontem pelo órgão, o crescimento tem como base a previsão de safra anunciada pelo Instituto Brasileiro de Geograa e Estatística (IBGE).

Segundo o Ipea, caso se considere a safra da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o crescimento deve ser de 2,3%.

No caso da pecuária, o resultado leva em consideração o volume de produção estimado pelas Pesquisas Trimestrais do Abate de Animais, do Leite, do Couro e da Produção de Ovos de Galinha do IBGE e pelas estimativas do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, considerados no modelo econométrico do Ipea.

O levantamento do instituto vai além do cenário base e, projetando um eventual cenário de estresse, no qual parte da produção seja afetada por eventos relacionados ao coronavírus, chegou a um resultado em que o desempenho é positivo, mas com um crescimento menor, de 1,3% para 2020.

De acordo com o Ipea, esse crescimento seria sustentado principalmente pela lavoura.

De acordo com o economista e pesquisador do Ipea, Fábio Servo, foi possível observar que o distanciamento social imposto pela pandemia resultou em mudança nos padrões de consumo da população, resultando em “picos de demanda” que impulsionaram os preços de produtos como arroz, banana, café e ovos.

Ele confirmou que houve queda nos food services e preferência por cortes de carne menos nobres e ainda assim, a produção da lavoura sustentou o resultado positivo do setor agropecuário.

Com relação às exportações, os produtos agropecuários registraram aumento de 7% entre janeiro e abril de 2020, na comparação com o mesmo período do ano passado.

Comparando os quatro primeiros meses deste ano com 2019, o levantamento mostra que as exportações de carne bovina cresceram “fortemente” e atingiram 26,5%.

Segundo o documento, parte do resultado é explicado pela reabertura da carne in natura, em fevereiro para o mercado chinês.

As exportações para aquele país registraram um crescimento de 138% entre janeiro e abril, na comparação com os quatro primeiros meses do ano passado.

Já as importações de produtos agroindustriais registraram queda de 5,5% entre janeiro e abril de 2020, na comparação com o mesmo período de 2019.

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