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Especialista do Ministério da Agricultura diz que Paraná vai liderar a produção de carnes

Os próximos 10 anos projetam avanços na agropecuária brasileira e paranaense, consolidando o país como grande fornecedor de alimentos para o mundo.

Produtos como soja e milho devem se manter na liderança porque não existem substitutos para eles nos próximos anos.

O mercado de carnes vai impulsionar o PIB da agropecuária e o Paraná tem uma forte tendência de se firmar como grande produtor de carnes bovina, suína e de frango.

A projeção é do especialista da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, José Garcia Gasques, que esteve em Curitiba nesta semana para falar sobre as projeções para o setor agropecuário brasileiro para os próximos 10 anos.

Técnicos da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná e de outros órgãos estaduais e federais participaram da palestra onde foram apresentadas as principais tendências para o cenário agropecuário brasileiro e paranaense até o ano de 2028/2029.

Para o secretário Norberto Ortigara, o Brasil e o Paraná são importantes produtores de alimentos e estão ficando cada vez melhor posicionados no cenário mundial.

Ele afirmou, ainda, que para crescer é preciso ter qualificação cada vez maior do produtor rural, políticas adequadas e capacidade de leitura dos vários cenários, desenho de políticas consistentes, direcionamento com visão estratégica e planejamento…………….gravação………

Segundo o especialista José Garcia Gasques, o Paraná, junto com Mato Grosso, lidera a produção de grãos no Brasil…………..gravação…..

Dos 74 bilhões de reais previstos para o Valor da Produção do Paraná neste ano, 20 bilhões de reais correspondem à produção de frango.

O especialista destacou, ainda, que isso mostra que o Paraná vem se tornando cada vez mais importante também na produção de carnes e leite……….gravação……..

No período de 10 anos, a projeção do Ministério da Agricultura é de um crescimento das atuais 240 milhões de toneladas de grãos para cerca de 300 milhões de toneladas produzidas no País.

As projeções indicam que a Região Sul do País e o Centro-Oeste vão liderar a maior parte desse crescimento e o Paraná deve avançar de uma produção média de soja das atuais 23 milhões e 300 mil toneladas, para 28 milhões e 900 mil toneladas na próxima safra.

Considerando as duas safras de milho, o Estado avança de uma média de 17 milhões e 600 mil toneladas de milho, para cerca de 27 milhões e 400 mil toneladas.

Na produção de carnes, o Paraná deve passar das atuais 26 milhões para 33 milhões de toneladas, segundo estimativas do Ministério da Agricultura.

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Geral

Novo Decreto flexibiliza ações contra o covid 19 em Pato Bragado

Atividades industriais e da construção civil foram retomadas hoje pela manhã

Os setores industriais e da construção civil em geral retornaram, na manhã de hoje às atividades em Pato Bragado.

No último dia 23 de março, baseado na pandemia e nas deliberações do Comitê de Enfrentamento ao Coronavírus , o prefeito Leomar Rohden, instituiu o Decreto nº 051 com várias medidas emergenciais de controle e prevenção, entre elas, o “Toque de Recolher”, das 20 horas até às 6 horas do dia seguinte, a suspensão de serviços e atividades nos setores industriais e da construção civil, além do comércio, bem como outros não essenciais e a adoção do sistema de home office e de teletrabalho para os servidores públicos municipais, todos até o dia 31 de março.

Ontem, dia 29 , o prefeito Mano publicou novo decreto, o de nº054 , autorizando o trabalho nos setores industriais e da construção civil, em geral.

A medida foi tomada após reunião com o Comitê de Enfrentamento ao Coronavírus, representantes da Câmara de Vereadores e da Associação Comercial, Industrial e Agropecuária .

Possivelmente amanhã , dia 31 , será realizada nova reunião com o comitê e deliberadas novas mudanças em relação as atividades no comércio local e do funcionalismo público.

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Geral

Partidos começam a discutir impacto na eleição pela pandemia do Covid 19

TSE garante que discussão de adiamento é prematura

Diante das circunstâncias impostas pela pandemia de novo coronavírus, o debate sobre a possibilidade de adiamento das eleições municipais passou a predominar entre as executivas de partidos políticos em todo o País.

A votação tem o dia 4 de outubro como data definida por lei no calendário eleitoral, que define diversos outros prazos legais relacionados ao processo e que começam a trazer preocupação para as lideranças das siglas.

Ontem a presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministra Rosa Weber, reafirmou que o calendário eleitoral do pleito está sendo cumprido.

Em nota, a ministra avalia que, apesar do preocupante cenário criado pela pandemia, ainda é prematuro o debate sobre o adiamento das eleições municipais no atual momento.

Rosa Weber pontua porém, que a velocidade da evolução do quadro da pandemia exige permanente reavaliação das providências.

“No âmbito do Tribunal Superior Eleitoral , neste momento ainda há plenas condições materiais de cumprimento do calendário eleitoral, apesar da crise sem precedentes”, disse a ministra.

Apesar da manifestação, o impacto na organização política é sentida pelos partidos que terão de observar até o mês de maio, qual será o cenário real dos efeitos do coronavírus no país.

Alguns partidos já sugerem que: um eventual adiamento não pode ser encarado como possibilidade de “transferência das eleições” e sim que seja avaliada a hipótese de alterar a data, de outubro, para novembro ou dezembro.

O argumento é que todos os prazos do calendário eleitoral se referem a 60, 45, 30, 20 dias antes do dia de votação e portanto, não haveria empecilho em trocar de data mantendo os prazos para os atos legais.

Há quem diga também que, unir às eleições gerais não seria interessante para o aprimoramento político do país, pois os eleitores passariam a pensar nas decisões que mudam suas vidas a cada quatro anos, ao invés de dois.

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Agricultura

Produção de grãos pode superar 41 milhões de toneladas no Paraná

A primeira estimativa da safra de inverno, divulgada nesta sexta-feira pela Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, aponta que a produção total de grãos no Paraná poderá chegar a 41 milhões e 200 mil toneladas.

Esse volume é 14% superior ao da safra 18/19, quando foram produzidas 36 milhões e 200 mil toneladas.

Os dados do Departamento de Economia Rural mostram uma evolução significativa da colheita da soja, que alcançou 85% da área estimada.

Já a perspectiva de produção chegou a 20 milhões e 700 mil toneladas, um recorde histórico para o Paraná, 28% maior do que o volume produzido na safra anterior.

Com a evolução do milho safrinha, a área pode ter redução de 2%, porque houve atraso na colheita da soja, o que retardou a semeadura.

Ainda assim, a produção deve superar 12 milhões de toneladas.

O secretário Norberto Ortigara destacou que os trabalhos no campo seguem apesar da pandemia do coronavírus…..

 

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