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Agricultura

Ministério publica novas especificações para registro de defensivos biológicos

Publicada hoje no Diário Oficial da União a instrução normativa nº 25 que estabelece quatro novas especificações de referência para produtos fitossanitários com uso aprovado para agricultura orgânica.

 

O atendimento às especificações é pré-requisito para que as empresas possam registrar por uma via diferenciada produtos biológicos que serão utilizados para combate de pragas e doenças em diferentes culturas.

Com a instrução normativa publicada, o Brasil alcança o número de 40 especificações de referência para os fitossanitários autorizados.
O Mapa analisa ainda cerca de 200 processos de solicitação para estabelecimento de novas especificações de referência.

Das quatro especificações publicadas hoje, três são classificadas como abertas, o que permite que qualquer empresa possa ter acesso ao ingrediente ativo para formular novos biodefensivos.

Atualmente, 114 produtos fitossanitários com uso aprovado para agricultura orgânica estão registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Até maio deste ano, 77 empresas brasileiras tinham registros de defensivos biológicos junto ao Mapa.

Desse total, quase 70% das empresas conseguiram ter registro dos biodefensivos pela chamada via dos orgânicos, que só pode ser acessada por meio das especificações de referência.

Conforme os dados divulgados pelo Ministério da Agricultura, 70% dos produtos biológicos registrados estão na mão das empresas que utilizaram a via dos orgânicos para obter o registro.

Conforme Tereza Cristina Saminêz, chefe do Serviço de Especificações de Referência do Map, a essa via dos orgânicos proporcionou que hoje pequenas empresas tivessem acesso ao mercado com 60 produtos registrados, porque se beneficiam das especificações de referência.

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Agricultura

Frente fria avança rumo ao Paraná e deve provocar chuvas

Há uma frente fria avançando rumo ao Paraná, provocando chuvas pontuais no Estado, que já tem liberação para o plantio da soja, mas os produtores seguem apreensivos com o clima desfavorável para iniciar os trabalhos.

Segundo o agrometeorologista Luiz Renato Lazinski, as últimas frentes frias na região chegaram com fracas atividades e apesar dessa atual vir com volumes maiores de chuvas, ainda não será o suficiente para repor a umidade necessária para o plantio da soja.

Apesar das previsões meteorológicas indicarem a possibilidade de chuva em vários pontos do país, Lazinski reforça que ainda não é o momento do produtor colocar a semente no solo.

O profissional destaca que há um bloqueio muito grande na região central do Brasil e ele não permite que as frentes frias que vem do Sul avancem em direção ao Sudeste e Centro-Oeste, bem como a umidade que vem do Amazonas descer um pouco mais e provocar precipitações.

Para os próximos dias, a frente fria deve permanecer pelo menos até sábado sobre os estados do Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Rio Grande Sul, porém, as chuvas mais volumosas devem se concentrar no leste de São Paulo, sul de Minas Gerais e leste da região sul do país.

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Agricultura

Apesar do plantio lento, produção de milho deve registrar novo recorde no Brasil

Apesar de um início mais lento no plantio de soja neste ano no Brasil por conta do tempo seco, a safra de milho 2019/20 do país foi estimada em novo recorde acima de 100 milhões de toneladas, com um aumento de 3,4% na área plantada.

A condição seca neste momento inicial não chega a ser, em geral, um problema para a produção da oleaginosa ou do milho de verão do país, mas o quanto antes o plantio ocorrer, melhor para segunda e maior safra do cereal, plantado após a oleaginosa, por questões climáticas.

A sondagem com nove especialistas aponta uma safra total de milho do Brasil, segundo exportador global do grão, em 102,30 milhões de toneladas, aumento de 2,3% ante o recorde visto em 2018/19, quando o cultivo de milho foi favorecido pela soja mais adiantada na maioria das regiões.

A média projetada para a produção de milho do Brasil é quase a mesma estimada em pesquisa semelhante realizada no início de agosto, apesar de as previsões climáticas indicarem que os maiores volumes de chuvas serão registrados somente ao final do mês, garantindo finalmente melhores condições para o plantio.

O milho safrinha para o Centro-Oeste do Brasil deve ser semeado até 5 de março para evitar grandes riscos com a falta de chuvas ao longo de seu desenvolvimento.

Não seria recomendável que a principal região produtora de grãos do Brasil plantasse soja após 15 de novembro, para haver tempo de uma boa subsequente safra de milho, com janela favorável de chuvas em 2020.

A seca prolongada tem sido uma preocupação para os plantios de soja, o que impacta a área do milho da segunda safra no Centro-Oeste e no Paraná, mas as chuvas previstas para o final de setembro podem permitir que a semeadura.

As previsões climáticas entre setembro e novembro e entre dezembro e fevereiro apontam condições “mistas” para o milho, mas “em geral favoráveis”.

Para se consolidar o aumento de área de milho, especialmente na segunda safra, será necessário acompanhar a evolução do plantio da soja nos próximos meses.

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Agricultura

Plantio da primeira safra de milho atinge apenas 24% da área estimada no Paraná

O plantio da primeira safra de milho 2019/20 do Paraná atingiu nesta semana 24% da área estimada, avanço de 15 pontos percentuais em relação à semana anterior, mas permanece abaixo dos níveis vistos em 2018.

 O tempo seco também está atrasando o plantio da soja 

A informação foi repassada ontem, terça-feira, pelo Departamento de Economia Rural da Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento.

De acordo com dados do órgão, em igual período do ano passado a safra de verão do milho no Estado possuía trabalhos de plantio concluídos em 37% da área projetada.

O Paraná enfrentou tempo seco nos últimos dias, o que gera atrasos e também influencia no plantio de soja, que, mesmo após a liberação do vazio sanitário na semana passada, ainda não registra trabalhos.

Em 17 de setembro do ano passado, quando o Estado teve o plantio mais acelerado da história, 9% da soja havia sido plantada no Paraná.

Nos próximos dias, entretanto, as chuvas começam a chegar ao Paraná, com os acumulados até o dia 26 somando mais de 70 milímetros no Sul do Estado e 40 milímetros no Oeste, o que pode favorecer os trabalhos de plantio.

Em relação ao trigo, a colheita da safra 2018/19 do Paraná atingiu 44% da área estimada de plantio, avanço de 16 pontos percentuais na semana, com 51% da produção sendo avaliada como boa.

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