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‘Não tive direito a tratamento anônimo’, diz Assunção sobre dependência

© Divulgação / TV Globo

O ator falou sobre seus novos trabalhos e também sobre a dependência química

 

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Fábio Assunção, 48, não esconde seu passado como dependente químico. Desta vez, porém, o ator vai interpretar o pai de uma usuária de crack em “Onde Está meu Coração”, da Globoplay.

“É uma série que discute a família. Um dos grandes problemas da dependência é as pessoas terem vergonha de falar sobre ela, porque dificulta o processo de reequilíbrio”, disse em entrevista ao jornal “O Globo”.

A identificação com a série foi imediata. A experiência pessoal de Assunção, segundo ele, permitiu uma aproximação ainda maior com seu personagem. “Sempre busco uma profundidade nas almas das personagens que faço, entender quem são essas figuras. E, quando fui convidado, vi essa possibilidade”, explicou.

Ele contou, ainda, que a série será muito importante para desmistificar o tabu acerca do assunto: “Qual é a dificuldade de entender que o vício faz parte dos buracos que a gente tem na alma? O vício não é uma questão de caráter, ou de escolha. Não é você aceitar uma propina. É impulsão, compulsividade”.

Segundo Assunção, ele deixou o vício em cocaína para trás há cerca de cinco anos: “Hoje tenho uma vida absolutamente normal”.

Para o ator, a dependência química é, até hoje, algo estigmatizado e tratado com hipocrisia: “Não está ligado a pretos e pobres, de comunidades, que são absolutamente estigmatizados. A ilegalidade da droga é colocada como uma forma de você segregar toda uma população que é excluída do nosso sistema branco de consumo”, analisa. A exposição dificultou o processo de aceitação e de tratamento do ator.

Ele lembra que a primeira vez que resolveu buscar ajuda, foi parar na mídia: “Vim até um AA na Barra, escondido, sem falar com ninguém. Quando saí, tinha um paparazzo, ele fez uma foto minha, e saiu uma nota na imprensa: ‘Fabio Assunção foi no AA’. Não tive direito a um tratamento anônimo”.

“Desde o primeiro passo que dei, já foi divulgado. E aí começa uma bola de neve, você entra num ciclo de estigma. Foi muito difícil não poder ter feito isso em silêncio”, completou, afirmando entender seu papel e responsabilidade como porta-voz do assunto.

A divulgação de momentos íntimos do ator afeta também seus familiares. O filho de Fábio, João Assunção, 16, já saiu em defesa do pai em momentos em que a exposição excessiva atrapalhou a vida pessoal da família: “O impacto que temos na vida do outro é imensa. Por ser uma figura muito pública, quando passamos por tempos ruins, sofremos em dobro, aguentando olhares julgadores, comentários, posts, tweets e mais criticando como se aquelas ações ruins definissem seu caráter, por completo”, disse o jovem.

 

Fonte: FOLHAPRESS
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Geral

Novo Decreto flexibiliza ações contra o covid 19 em Pato Bragado

Atividades industriais e da construção civil foram retomadas hoje pela manhã

Os setores industriais e da construção civil em geral retornaram, na manhã de hoje às atividades em Pato Bragado.

No último dia 23 de março, baseado na pandemia e nas deliberações do Comitê de Enfrentamento ao Coronavírus , o prefeito Leomar Rohden, instituiu o Decreto nº 051 com várias medidas emergenciais de controle e prevenção, entre elas, o “Toque de Recolher”, das 20 horas até às 6 horas do dia seguinte, a suspensão de serviços e atividades nos setores industriais e da construção civil, além do comércio, bem como outros não essenciais e a adoção do sistema de home office e de teletrabalho para os servidores públicos municipais, todos até o dia 31 de março.

Ontem, dia 29 , o prefeito Mano publicou novo decreto, o de nº054 , autorizando o trabalho nos setores industriais e da construção civil, em geral.

A medida foi tomada após reunião com o Comitê de Enfrentamento ao Coronavírus, representantes da Câmara de Vereadores e da Associação Comercial, Industrial e Agropecuária .

Possivelmente amanhã , dia 31 , será realizada nova reunião com o comitê e deliberadas novas mudanças em relação as atividades no comércio local e do funcionalismo público.

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Geral

Partidos começam a discutir impacto na eleição pela pandemia do Covid 19

TSE garante que discussão de adiamento é prematura

Diante das circunstâncias impostas pela pandemia de novo coronavírus, o debate sobre a possibilidade de adiamento das eleições municipais passou a predominar entre as executivas de partidos políticos em todo o País.

A votação tem o dia 4 de outubro como data definida por lei no calendário eleitoral, que define diversos outros prazos legais relacionados ao processo e que começam a trazer preocupação para as lideranças das siglas.

Ontem a presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministra Rosa Weber, reafirmou que o calendário eleitoral do pleito está sendo cumprido.

Em nota, a ministra avalia que, apesar do preocupante cenário criado pela pandemia, ainda é prematuro o debate sobre o adiamento das eleições municipais no atual momento.

Rosa Weber pontua porém, que a velocidade da evolução do quadro da pandemia exige permanente reavaliação das providências.

“No âmbito do Tribunal Superior Eleitoral , neste momento ainda há plenas condições materiais de cumprimento do calendário eleitoral, apesar da crise sem precedentes”, disse a ministra.

Apesar da manifestação, o impacto na organização política é sentida pelos partidos que terão de observar até o mês de maio, qual será o cenário real dos efeitos do coronavírus no país.

Alguns partidos já sugerem que: um eventual adiamento não pode ser encarado como possibilidade de “transferência das eleições” e sim que seja avaliada a hipótese de alterar a data, de outubro, para novembro ou dezembro.

O argumento é que todos os prazos do calendário eleitoral se referem a 60, 45, 30, 20 dias antes do dia de votação e portanto, não haveria empecilho em trocar de data mantendo os prazos para os atos legais.

Há quem diga também que, unir às eleições gerais não seria interessante para o aprimoramento político do país, pois os eleitores passariam a pensar nas decisões que mudam suas vidas a cada quatro anos, ao invés de dois.

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Agricultura

Produção de grãos pode superar 41 milhões de toneladas no Paraná

A primeira estimativa da safra de inverno, divulgada nesta sexta-feira pela Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, aponta que a produção total de grãos no Paraná poderá chegar a 41 milhões e 200 mil toneladas.

Esse volume é 14% superior ao da safra 18/19, quando foram produzidas 36 milhões e 200 mil toneladas.

Os dados do Departamento de Economia Rural mostram uma evolução significativa da colheita da soja, que alcançou 85% da área estimada.

Já a perspectiva de produção chegou a 20 milhões e 700 mil toneladas, um recorde histórico para o Paraná, 28% maior do que o volume produzido na safra anterior.

Com a evolução do milho safrinha, a área pode ter redução de 2%, porque houve atraso na colheita da soja, o que retardou a semeadura.

Ainda assim, a produção deve superar 12 milhões de toneladas.

O secretário Norberto Ortigara destacou que os trabalhos no campo seguem apesar da pandemia do coronavírus…..

 

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