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Agricultura

Paraná e Santa Catarina vão fortalecer defesa agropecuária em conjunto

O Paraná e Santa Catarina vão intensificar a defesa agropecuária nas divisas e na fronteira com a Argentina.

O Paraná adotou uma série de ações para reforçar a fiscalização com a suspensão da vacinação contra febre aftosa.

O secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, disse que o objetivo desse processo é aumentar a presença do Paraná no comércio mundial…

 

Santa Catarina deixou de vacinar o rebanho contra febre aftosa em 2000 e obteve o reconhecimento da OIE, a Organização Mundial de Saúde Animal, em 2007.

Com isso, conquistou novas fatias de mercados em países que não compram carnes de animais vacinados.

Segundo a presidente da Cidasc – Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina, Luciane de Cássia Surdi, há interesses em comum com o Paraná no que diz respeito ao aumento na fiscalização..

 

A partir de 1º de janeiro, estará proibida a entrada em território paranaense de animais vacinados contra a doença, com exceção daqueles destinados ao abate imediato.

No Paraná, uso e comercialização de vacinas já estão proibidos desde outubro.

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Agricultura

Colheitadeiras avançam no campo e colheita deve ser das melhores

Ilustrativa

Depois de um início de plantio bastante temeroso, haja vista que o período foi marcado por clima seco, a realidade da agricultura regional é outra e a expectativa é cada dia maior em relação a uma grande colheita.

Passado o período de frustração, inclusive com alguns produtores rurais sendo obrigados a promover o replantio em suas lavouras, as condições climáticas foram se tornando das mais favoráveis.

Pequenas áreas plantadas mais ao cedo já foram colhidas e, como era de se esperar, a produtividades não foi das melhores em razão da seca que afetou o início do ciclo.

A partir desta semana a tendência é que haja um aumento acentuado no número de colheitadeiras indo a campo, embora o auge da colheita de soja deva ocorrer há aproximadamente 15 dias.

As empresas do setor já estão recebendo a produção da safra de verão 2019/2020, como é o caso da Agrícola Horizonte, segundo explica o assessor de vendas de insumos agrícolas, Valdair Schons..

 

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Agricultura

Agronegócio é responsável por 77,6% das exportações do Paraná

Repórter – Rodrigo Arend…

 

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Agricultura

Justiça julga improcedentes ações movidas por agricultores contra a Itaipu

Além de julgar as ações como improcedentes, a Justiça condenou ao pagamento de multas os agricultores que exigiam indenizações de parte da Itaipu Binacional por supostos prejuízos causados em suas lavouras.

A formação do reservatório não trouxe prejuízos às lavouras 

O juiz federal Flávio Antônio da Cruz proferiu sentença que julgou improcedente as ações de indenização promovidas por agricultores que têm propriedades próximas ao reservatório da Itaipu.

Foram propostas 86 ações, entre 2003 e 2006, envolvendo mais de 800 autores, que pleiteavam indenização por supostos prejuízos de produtividade causados pela formação do lago.

Os valores pretendidos nessas ações poderiam chegar a bilhões de reais.

Em um desses processos, agora julgado, foi realizada uma prova pericial que envolvia todas as demais ações ajuizadas.

A Justiça designou uma equipe de peritos formada por engenheiro florestal, climatologista e estatístico, que analisou as safras de 2008/2009, 2012/2013 e 2013/2014.

O laudo pericial foi concluído em 2017.

O juiz enfatizou na sentença, em mais de 280 páginas, que os laudos periciais “evidenciaram que, ao contrário do que foi verbalizado na peça inicial, a construção e a manutenção do lago de Itaipu não ensejaram queda na produtividade dos imóveis dos autores”.

]Destacou, ainda, que “os laudos foram elaborados com rigorosa metodologia científica, com detalhamento de todas as variáveis envolvidas e com fundamentação de cada uma das asserções lançadas pelos peritos.

Simplesmente não se constatou o nexo de causa e efeito perseguido pelos autores, sentenciou o juiz.

Além da decisão do juiz pela improcedência da demanda, os autores ainda foram condenados ao pagamento de honorários advocatícios de sucumbência, no valor de 25 mil por autor, e ao reembolso de todas as despesas arcadas pela Itaipu para produção da prova pericial.

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