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Policial

PRF aprende cigarros em municípios da região

Outras apreensões de carregamentos de cigarros de procedência paraguaia foram registradas nas últimas horas nos municípios de Toledo, Cascavel e Mercedes.

As ações policiais causaram prejuízos milionários 

Na noite de ontem, segunda-feira, após denúncia anônima, a Rotam da Polícia Militar de Toledo localizou dois caminhões carregados com cigarros contrabandeados do Paraguai.

Após flagrar os veículos estacionados em um sítio localizado nas proximidades de uma rodovia, os policiais de serviço questionaram uma moradora sobre quem era o proprietário.

No momento em que ela dizia que seu cunhado havia lhe dito que os caminhões eram de pessoas desconhecidas, um adolescente, filho de um dos moradores, chegou no local e foi submetido a uma revista pessoal.

Ao ser descoberto que havia em seu poder 16 munições de espingarda calibre 22, cuja arma teria dispensado no mato, o garoto revelou que o responsável pela carga era um morador de Outro Preto.

Localizado posteriormente, o suspeito contou aos policiais que ganharia 300 reais para conseguir um sítio para esconder os caminhões e que um outro morador da área recebeu 2 mil reais.

Enquanto os caminhões, os cigarros contrabandeados e dois envolvidos foram entregues na Delegacia de Polícia Federal de Cascavel, o adolescente acabou sendo encaminhado à 20ª SDP de Toledo.

Outra apreensão de cigarros contrabandeados foi feita na madrugada de hoje, terça-feira, pela Polícia Rodoviária Federal, em fiscalização de rotina desenvolvida na BR-467, em Cascavel.

Ao observar que estava sendo seguido à distância por uma viatura da PRF, o motorista de uma carreta com placas de Cascavel abandonou o veículo as margens da via e fugiu a pé em meio a vegetação.

Ao vistoriar a carga, a PRF constatou que eram 35 mil pacotes de cigarros contrabandeados do Paraná e que apreensão teria resultado em um prejuízo de um milhão de reais aos envolvidos no ilícito.

A Polícia Rodoviária Federal também agiu na tarde de ontem na cidade de Mercedes, após ter recebido denúncias de que veículos utilizados para o contrabando estavam em um Lavacar.

No local foram apreendidos dois veículos, sendo um Trailbrazer que havia sido roubada em Curitiba e uma caminhonete Nissan Frontier alugada, ambos preparados para o contrabando de mercadorias.

Um resultou na detenção do dono do Lavacar, um jovem de 25 anos.

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Geral

Solenidade de posse da nova diretoria do Conselho Comunitário de Seguranca – CONSEG

O site da rádio Difusora acompanhou ao vivo

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Policial

Polícia recaptura 5 dos 8 foragidos da cadeia de Marechal Cândido Rondon

Reportagem com Gladiston Pacheco

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Policial

Justiça deflagra ação em 10 Estados contra comércio ilegal de lubrificantes

Mandados são cumpridos também na região

Foi deflagrada hoje a Operação Nacional Petrolato, ação do Ministério Público em 10 estados, coordenada pelo Ministério Público do Paraná e voltada a coibir ilegalidades no setor de logística reversa de óleo lubrificante usado e contaminado.

No âmbito do MPPR o trabalho é conduzido pelas Regionais de Curitiba e Cascavel do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente, Habitação e Urbanismo – Gaema – e pela 13ª Promotoria de Justiça de Maringá.

São cumpridos no Paraná sete mandados de busca e apreensão nas cidades de Curitiba, São José dos Pinhais, Maringá e Cascavel.

O óleo lubrificante usado e contaminado é um componente químico classificado como resíduo perigoso pela Associação Brasileira de Normas Técnicas .

Trata-se de produto muito poluente, pois apenas um litro é capaz de contaminar um milhão de litros de água, e nocivo ao meio ambiente e à saúde humana , uma vez que a queima do resíduo causa câncer e outras doenças.

Por isso, o reaproveitamento desse composto deve observar critérios técnicos específicos, sendo toda logística, da coleta ao refino, realizada apenas por empresas habilitadas pela Agência Nacional de Petróleo e licenciadas pelo órgão público ambiental competente.

Parte desse material, porém, acaba sendo coletada, transportada, armazenada e destinada por empresas clandestinas, alvos principais da operação.

O Ministério Público apura a prática de crimes ambientais, como poluição, armazenamento/coleta/transporte/descarte de resíduo perigoso, funcionamento de serviço poluidor sem licença.

O cumprimento dos mandados é feito com a participação de órgãos policiais e de fiscalização ambiental e de fiscais da ANP.

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