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Agricultura

Toledo sedia o maior evento de suinocultura do Brasil

Divulgação

Congresso debate temas como desenvolvimento das Pessoas, Sanidade, Mercado e Nutrição

O município de Toledo, que possui o maior plantel de suínos do Paraná, sedia a partir de hoje o maior evento de suinocultura do Brasil.

Mais de mil profissionais ligados ao setor do Brasil. da Bélgica, Espanha, Chile, EUA, Argentina, entre outros países participam, a partir desta terça-feira , do XIX Congresso Nacional Abraves e I Congresso Internacional Abraves.

A programação foi aberta pela manhã no Teatro Municipal com o tema ‘O futuro mercado de suínos, fundamentado pelo conhecimento e pela ciência’.

Serão três dias de intensa programação com palestrantes que irão abordar temas voltados ao desenvolvimento das Pessoas, Sanidade, Mercado e Nutrição.

Entre outras temas abordados estão alimentação vegana, propósito e legado, segurança financeira, motivação e inteligência, e ética.

A abertura foi com o jornalista Clóvis de Barros Filho que fez uma abordagem sobre ‘Comportamento, atitude, motivação e inteligência: qual o valor do profissional com essas atitudes?’.

Amanhã o Congresso vai reunir profissionais da Bélgica, EUA e Brasil que irão falar sobre promotores de crescimento, rotavírus suíno, doenças virais, micotoxinas, integridade intestinal, entre outros.

Dentre os nomes de destaque está o americano Paul Sundberg, que vai falar sobre ‘Doenças virais emergentes e os riscos sanitários para os mercados globais’.

No último dia do evento, quinta-feira, os congressistas irão participar de palestras e mesas redondas sobre Salmonella e Mercado, com a participação de palestrantes dos EUA, Espanha e Brasil.

O evento vai ajudar instituições assistenciais sediadas em Toledo, com a doação de parte dos honorários de alguns palestrantes.

Ao todo serão 9 entidades beneficiadas com a doação de 3 mil reais para cada uma, cuja entrega de valores vai acontecer ao final de cada painel durante os três dias do Congresso.

Segundo o presidente da Abraves, regional Paraná, Ton Kramer, a iniciativa partiu da Abraves, regional Paraná, responsável pela organização da 19º edição do Congresso Nacional e I Congresso Internacional Abraves.

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Agricultura

Adiado prazo para regularização dos débitos referentes ao Funrural

A Receita Federal do Brasil voltou a adiar o prazo de contagem das notificações para a regularização dos débitos referentes ao Funrural.

Eles ganham tempo para recalcular o passivo 

Esta é a terceira vez que o Fisco altera o calendário, desta vez prorrogado para o dia 31 de julho, conforme a Portaria 1087.

Na prática os produtores rurais ganham mais tempo para fazerem um recálculo do passivo referente aos anos de 2015, 2016 e 2017.

Em 2018 e 2019 os problemas relacionados à cobrança foram resolvidos com a promulgação da Lei 13.606.

Os produtores rurais terão basicamente três opções a fazer: Realizar o pagamento à vista com desconto de 50% da multa; fazer a adesão a algum tipo de programa de refinanciamento de dívidas, com prazo máximo de 60 meses para pagar, com desconto de até 40% nas multas para dívidas de até 5 milhões de reais; ou realizar a defesa jurídica com vistas à impugnação dos lançamentos tributários.

Para os cálculos desse débito é possível excluir todas as comercializações realizadas com alguma empresa exportadora, já que o produtor goza de imunidade tributária.

Da mesma forma pode excluir os débitos anteriores a 2015 que neste caso, estão prescritos.

A contestação também pode levar em conta a inexigibilidade do Funrural em relação ao produtor rural autônomo, ao ato cooperativo típico e na exclusão de valores referentes ao Senar.

Existe ainda a situação em que não foi o produtor quem obteve a liminar ou tutela para suspensão dos pagamentos.

Nessa situação, somente quem deu causa à interrupção do pagamento é que deve responder perante à Receita Federal.

Na avaliação do deputado Jerônimo Goergen, esta nova prorrogação dos prazos envolvendo o passivo do Funrural oferece mais tempo de articulação e pressão do setor produtivo para que o tema possa ter alguma definição junto ao Executivo ou ao Supremo Tribunal Federal.

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Agricultura

Entra em vigor Plano Safra 2020/2021

Entrou em vigor neste mês, o novo Plano Safra 2020/2021.

De acordo com o Ministério da Agricultura, os produtores rurais já podem acessar os recursos para financiamento nos bancos que operam com crédito rural e nas cooperativas de crédito.

Neste ciclo, o governo federal disponibilizou R$ 236,3 bilhões para apoiar a produção agropecuária nacional, alta de 6,1% (mais R$ 13,5 bilhões) em relação à safra anterior.

“O recurso, anunciado no lançamento do Plano Safra, há duas semanas, contribuirá para garantir a continuidade da produção no campo e o abastecimento de alimentos no país durante e após a pandemia do novo coronavírus.

Do total programado de R$ 236,3 bilhões do Plano Safra, R$ 179,38 bilhões estão destinados para custeio, comercialização e industrialização e R$ 56,92 bilhões para investimentos.

Para o seguro rural de 2021 o governo disponibilizou R$ 1,3 bilhão. O valor deve possibilitar a contratação de 298 mil apólices, num montante segurado da ordem de R$ 52 bilhões e cobertura de 21 milhões de hectares. O orçamento para as lavouras de café conta com R$ 5,7 bilhões.

Os pequenos produtores rurais terão R$ 33 bilhões para financiamento pelo Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), com juros de 2,75% e 4% ao ano, para custeio e comercialização.

Para os médios produtores, serão destinados R$ 33,1 bilhões, por meio do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), com taxas de juros de 5% ao ano (custeio e comercialização).

Nos financiamentos para grandes produtores, a taxa anual de juros será de 6% para custeio e de 7% para investimento.

Outro setor beneficiado será o da pesca comercial, que terá maior acesso ao crédito rural.

Desta forma, a atividade poderá financiar a compra de equipamentos e infraestrutura para processamento, armazenamento e transporte de pescado.

O diretor de negócios Sicredi Aliança PR/SP, Gilson Metz, fala sobre o Plano Safra 2020/2021….

 

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Agricultura

Copagril destaca analise de solo para maiores produtividades

Ilustrativa

A região está vivendo o no período de colheita do milho safrinha e, após a colheita, ocorre uma etapa propícia para realizar as análises de solo e as devidas correções.

A análise de solo é uma ferramenta muito importante para verificar as características e necessidades do solo.

A Copagril disponibiliza o serviço de agricultura de precisão, nesta modalidade a cada três hectares é realizada uma análise de solo, e através de cálculos de interpolação é elaborado um mapa de correção.

O engenheiro agrônomo Alexandre Strelow, da equipe de assistência técnica da Copagril explica que, por meio deste método amostral, é possível corrigir de forma mais precisa o solo, sem gastos desnecessários de nutrientes durante a aplicação, pois em cada ponto da lavoura será aplicado somente à quantidade necessária de nutrientes.

Para se obter boas produtividades, alguns aspectos devem ser observados na análise de solo.

O pH deve estar entre 5,5 a 5,9, O Potássio de 3 a 5%, o Cálcio na faixa de 35 a 50% e o Magnésio de 10 a 20%.

A relação Cálcio/Magnésio deve se encontrar na proporção no mínimo 3 por 1.

O profissional da Copagril lembra ainda que é importante solicitar na análise de solo a determinação de Boro e Enxofre, pois estes elementos são deficientes nos solos da região Oeste do Paraná, e são fundamentais para se obter altas produtividades.

“De nada adianta ter todos os demais nutrientes equilibrados e não ter quantidades de Boro e Enxofre suficientes, pois o elemento faltante é o que limita a produtividade”, completa o agrônomo.

A cada dois anos é importante realizar uma nova análise de solo, com ela fica mais fácil de tomar decisões técnicas, tais como na recomendação de Calcário e a formulação mais adequada dos fertilizantes de base.

A análise do solo e a correção devem ser acompanhadas e orientadas por profissional técnico qualificado e a equipe do setor agronômico da Copagril está disponível para acompanhar o cooperador e produtor nas atividades de manejo.

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