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Violinista Simão Wolf se apresenta nesta sexta-feira em Marechal Rondon

A carreta-palco passará por ruas e avenidas da cidade. Apresentação também será transmitida ao vivo pela página da prefeitura no Facebook

 

Nesta sexta-feira, dia 23 de julho, Marechal Rondon recebe uma grandiosa atração musical, com show de luzes. Trata-se do violinista Simão Wolf, acompanhado do caminhão-palco com toneladas de luzes, painéis de LED e equipamentos sonoros de altíssima qualidade. O veículo, com o artista, irá percorrer as principais ruas da sede municipal. A programação inicia no trevo da AACC, seguindo pela Avenida Irio Welp, até a Avenida Rio Grande do Sul. Na sequência, a atração segue até a Avenida das Torres, quando retorna pela Avenida Rio Grande do Sul, até próximo ao cemitério. O retorno será por parte da rua Santa Catarina, até a Avenida Maripá, seguindo até próximo a Copagril, quando retorna em direção ao centro de eventos, que será o local de chegada.

A atração promete uma mensagem de alegria e esperança a todos os rondonenses, com muita energia, emoção e interatividade. É um show para todas as idades. O violinista interpreta mais de dez estilos musicais, incluindo temas de filmes, hits nacionais e internacionais, temas infantis, eletrônica, sertaneja raiz, clássica, tango, rock, pop e muito mais.

O músico já se apresentou em diversas cidades do Brasil e conta com agenda cheia para os próximos meses.

Quem não puder ir prestigiar a atração, pode acompanhar a apresentação ao vivo pela página da prefeitura, no Facebook.

A atividade integra a programação desenvolvida para comemorar os 61 anos de Marechal Rondon, organizada pela prefeitura de Marechal Rondon e pela PROEM (Fundação Promotora de Eventos). Todas as datas, horários, atrações, locais de venda de fichas para os eventos gastronômicos e demais informações sobre a programação dos 61 anos de Marechal Rondon estão disponíveis no site www.exporondon.com.br.

 

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Fonte: Assessoria

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Paraná confirma transmissão comunitária da variante delta e mais 16 casos

Foto: Geraldo Bubniak/AEN

Mesmo com essa confirmação, a predominância atual ainda é da gama. A Secretaria da Saúde também confirmou mais 16 casos e seis óbitos da delta no Paraná. Ao todo, o Estado já confirmou 29 casos e 12 óbitos pela variante.

 

A Secretaria de Estado da Saúde, o Ministério da Saúde e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) confirmaram nesta quarta-feira (28) a transmissão comunitária da variante delta do coronavírus no Paraná. O conceito é definido quando o contágio entre pessoas ocorre no mesmo território, entre indivíduos sem histórico de viagem e sem que seja possível definir a origem da transmissão.

Mesmo com essa confirmação, a predominância atual ainda é da cepa gama (P1/amazônica), que apareceu em janeiro. Ela não tem esse status de alerta junto aos organismos internacionais, mas estudos preliminares indicam que ela também é mais contagiosa que a versão original do vírus.

A Secretaria da Saúde também confirmou mais 16 casos e seis óbitos da delta no Paraná. Agora, o Estado soma 29 casos e 12 óbitos da cepa B.1.617 do vírus da Covid-19. São sete mulheres e nove homens com idades de 12 a 83 anos. As novas confirmações foram em Araucária (1), Colombo (1), Curitiba (3), Fazenda Rio Grande (1), Piên (2), Piraquara (1), Pinhais (1), Fernandes Pinheiro (3), Irati (1), Imbituva (1) e Campo Mourão (1).

Quatro casos estão encerrados como cura, um paciente teve alta e cinco estão em investigação. Com relação aos óbitos, ocorridos entre 6 e 28 de julho em Curitiba (2), Piên (2), Imbituva e Irati, foram quatro homens e duas mulheres, com idades de 31 a 83 anos. As informações foram repassadas por meio do relatório de circulação de linhagens Sars-CoV-2, por sequenciamento genômico da Fiocruz.

“Depois de avaliação técnica e investigação epidemiológica ampliada com a participação de todos os entes que sustentam a tríade do SUS, entre eles a equipe do Programa de Epidemiologia Aplicada aos Serviços do Sistema Único de Saúde (EpiSUS-Avançado), confirmamos a transmissão comunitária da variante delta, considerada de preocupação pelas organizações de saúde”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

“Diante desse quadro, que requer atenção, mas não desespero, ressaltamos mais uma vez a importância fundamental das medidas não farmacológicas, que são o uso de máscara de proteção de forma correta, a higienização frequente das mãos e o distanciamento social, além da imunização na data que a dose estiver disponível”, acrescentou.

A variante delta, linhagem B.1.617.2, originada na Índia em outubro de 2020, é uma das variantes do SARS-CoV-2 que apresenta mutações genéticas múltiplas e é denominada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) “variante de atenção/preocupação” por alterar o comportamento do coronavírus, ser mais transmissível do que outras linhagens. Não há evidências até o momento de que as infecções pela delta provoquem casos mais graves ou óbitos.

INVESTIGAÇÃO – Esse resultado só foi determinado após uma investigação ampliada realizada no Estado, num exemplo nacional de esforço conjunto para rastrear a origem, conforme a recomendação epidemiológica.

A Rede Genômica Fiocruz, através do Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo (LVRS), Instituto Oswaldo Cruz no Rio de Janeiro (Fiocruz/Rio de Janeiro), e o Laboratório Central de Saúde Pública do Paraná (Lacen-PR) vêm ampliando o sequenciamento genômico do vírus no Estado por meio de amostragem representativa aleatória, a qual permite saber qual variante está circulando e detectar a introdução de novas variantes.

Esse trabalho já era realizado de maneira natural e foi amplificado com o surgimento da delta. A partir da amostragem aleatória foi possível identificar o primeiro caso. Como medida de resposta, foi realizada investigação epidemiológica e rastreados todos os casos positivos com vínculo e então foi identificado o chamado “caso índice”, desencadeando um trabalho mais amplo de investigação de casos confirmados, suspeitos e contatos em diferentes municípios e regionais.

As equipes do EpiSus chegaram ao Paraná no começo do mês e realizaram a pesquisa entre 9 a 24 de julho em diversas regiões. O sequenciamento genômico e a análise filogenética permitiram encontrar duas introduções independentes da variante: uma associada ao caso índice da viajante proveniente do Japão e a outro sem identificação, o que deu origem à conclusão de transmissão comunitária.

TRIAGEM – Como forma de ampliar essa pesquisa, desde a terceira semana de junho o Lacen-PR também realiza um protocolo diferenciado de triagem de RT-PCR em tempo real para detecção de variantes, utilizando o Naveca como ferramenta científica de pesquisa.

São rastreadas 330 amostras semanais e as que apresentam ausência da detecção para a variante P1, predominante no Estado, são encaminhadas para sequenciamento genômico e confirmação pela Fiocruz.

Até o momento foram realizados 2.770 testes com 133 amostras suspeitas da variante encaminhadas para a Fiocruz. Segundo a investigação, a P1 ainda é a mais ativa, presente em 95,63% das amostras avaliadas.

TOTAL DA DELTA – Ao todo, o Paraná já confirmou 29 casos e 12 óbitos pela variante delta, sendo quatro casos e dois óbitos em Apucarana, quatro casos e dois óbitos em Curitiba, três casos e três óbitos em Piên, três casos em Fernandes Pinheiro, dois casos e um óbito em Araucária, dois casos em Piraquara, dois casos e um óbito em São José dos Pinhais, um caso e um óbito em Mandaguari, um caso e um óbito em Irati, um caso e um óbito em Imbituva e um caso em cada um dos seguintes municípios: Colombo, Pinhais, Fazenda Rio Grande, Campo Mourão, Francisco Beltrão e Rolândia.

 

Fonte: AEN

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Marechal Cândido Rondon confirma mais um óbito por covid-19

Assessoria

Vitima foi uma mulher de 45 anos

 

Marechal Cândido Rondon confirmou nesta quarta-feira (28) mais um óbito por coronavírus.

Faleceu uma mulher de 45 anos, que registrou o inicio dos sintomas no dia 06 de junho; no dia 11 foi na UPA e fez exame que deu positivo.

No dia 14 do mês passado, a mulher foi intubada e no dia 25 transferida para o Hospital de Palotina.

A mulher foi a óbito nesta terça-feira (27) depois de mais de 40 dias internada e tinha como comorbidade obesidade.

Conforme o boletim divulgado pelo Setor de Epidemiologia, Marechal Cândido Rondon tem 208 casos ativos de covid-19, com 11 pessoas na UTI; 13 em enfermaria, hospitais e UPA; e 184 em isolamento domiciliar.

São 314 rondonenses monitorados pelo call center; e 141 pessoas aguardando resultado de exame, com uma na UTI e quatro em hospitais e UPA.

Com a morte da mulher de 45 anos, Marechal Cândido Rondon contabiliza agora 122 óbitos por coronavírus.

 

 

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Ministra defende a evolução dos sistemas alimentares com circunstâncias locais

Durante a Pré-Cúpula de Sistemas Alimentares, ontem  em Roma, a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, disse que as perspectivas dos países das Américas devem ser não apenas ouvidas, mas também incorporadas às narrativas que estão sendo produzidas.

Segundo ela, é necessário reconhecer a diversidade de sistemas produtivos e de caminhos para torná-los mais sustentáveis..

 

O evento em Roma  foi promovido pelo Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura , na Embaixada do Brasil na capital italiana, e teve como objetivo apresentar o documento “Principais mensagens no caminho para a Cúpula das Nações Unidas sobre os Sistemas Alimentares na perspectiva da agricultura das Américas”.

A ministra também falou sobre os princípios estruturantes do debate sobre sistemas alimentares, como o papel fundamental do comércio internacional e a ciência e inovação como ferramentas para avançar no desenvolvimento de boas práticas sustentáveis.

Segundo ela, a agricultura não pode ser colocada como a única responsável pelo aquecimento global…

 

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