Casal é preso em Toledo em investigação sobre lavagem de R$ 3 milhões ligados a sequestros em São Paulo
Um casal, com idades entre 27 e 30 anos, foi preso preventivamente na manhã desta quarta-feira (26), no Jardim Coopagro, em Toledo, durante uma operação conjunta das Polícias Civis do Paraná (PCPR) e de São Paulo (PCSP). Os dois são investigados por supostamente participarem de um esquema de lavagem de dinheiro proveniente de quadrilhas envolvidas em sequestros no estado de São Paulo.
A ação contou com policiais da 20ª Subdivisão Policial de Toledo (20ª SDP) e do Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (Tigre), de Curitiba, em apoio a uma investigação conduzida pela Delegacia Antissequestro (DAS) de São Paulo.
Segundo a Polícia Civil, os mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão foram expedidos pela Justiça de Santos (SP). A investigação está relacionada a um sequestro ocorrido em Praia Grande (SP), no qual os suspeitos diretamente envolvidos no crime foram presos. A partir das apurações, os investigadores teriam identificado uma ligação entre os sequestradores e o casal que residia em Toledo.
Conforme a PCPR, as investigações apontam que o casal teria movimentado aproximadamente R$ 3 milhões provenientes dos criminosos. A suspeita é de que o dinheiro obtido por meio dos sequestros fosse lavado utilizando bitcoins.
Ainda segundo as informações policiais, o homem preso já trabalhou como gerente de um atacado em Toledo e, atualmente, possuía um estabelecimento de lavagem de veículos.
Durante o cumprimento dos mandados na residência localizada no Jardim Coopagro, os policiais também apreenderam um veículo BMW, aparelhos celulares, cartões de crédito e outros objetos que poderão auxiliar no prosseguimento das investigações.
Após as prisões, o casal ficou à disposição da Justiça. O processo relacionado aos mandados tramita na Comarca de Santos, responsável pela expedição das ordens judiciais.
A ação contou com policiais da 20ª Subdivisão Policial de Toledo (20ª SDP) e do Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (Tigre), de Curitiba, em apoio a uma investigação conduzida pela Delegacia Antissequestro (DAS) de São Paulo.
Segundo a Polícia Civil, os mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão foram expedidos pela Justiça de Santos (SP). A investigação está relacionada a um sequestro ocorrido em Praia Grande (SP), no qual os suspeitos diretamente envolvidos no crime foram presos. A partir das apurações, os investigadores teriam identificado uma ligação entre os sequestradores e o casal que residia em Toledo.
Conforme a PCPR, as investigações apontam que o casal teria movimentado aproximadamente R$ 3 milhões provenientes dos criminosos. A suspeita é de que o dinheiro obtido por meio dos sequestros fosse lavado utilizando bitcoins.
Ainda segundo as informações policiais, o homem preso já trabalhou como gerente de um atacado em Toledo e, atualmente, possuía um estabelecimento de lavagem de veículos.
Durante o cumprimento dos mandados na residência localizada no Jardim Coopagro, os policiais também apreenderam um veículo BMW, aparelhos celulares, cartões de crédito e outros objetos que poderão auxiliar no prosseguimento das investigações.
Após as prisões, o casal ficou à disposição da Justiça. O processo relacionado aos mandados tramita na Comarca de Santos, responsável pela expedição das ordens judiciais.


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