Criança de 2 anos chega à creche com graves ferimentos e padrasto é preso em Palotina
Menina apresentava hematomas no rosto, sangramento no nariz e marcas pelo corpo
Um homem de 27 anos foi preso em flagrante nesta terça-feira (20), em Palotina, no Oeste do Paraná, após a enteada, de apenas dois anos, chegar a um Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) com graves ferimentos no rosto e pelo corpo.
A criança apresentava hematomas no rosto, nos lábios e nas orelhas, inchaço no nariz com sangramento, marcas avermelhadas nas costas e vestígios de sangue no uniforme escolar.
As lesões foram percebidas por profissionais da unidade de ensino, que acionaram as autoridades. A gravidade dos ferimentos levantou suspeitas de agressões, e o caso passou a ser investigado pela Polícia Civil.
Segundo o delegado Antônio Laécio Rodrigues, responsável pela investigação, o padrasto foi inicialmente preso em flagrante por maus-tratos qualificados. No entanto, os depoimentos colhidos ao longo do dia apontaram que a violência contra a criança pode ter ocorrido outras vezes.
Suspeita de agressões recorrentes
A investigação ouviu funcionários da creche, o motorista e a monitora do transporte escolar, além da mãe da menina.
Conforme a Polícia Civil, a criança vinha apresentando ferimentos recorrentes desde que a mãe passou a morar com o suspeito, há aproximadamente dois meses.
Entre os episódios identificados está um corte no queixo que exigiu atendimento médico e pontos.
A polícia também identificou contradições nas explicações apresentadas pelo padrasto. Segundo a investigação, ele atribuiu os ferimentos a supostas quedas dentro da residência e no transporte escolar.
Os investigadores apontaram ainda comportamentos que indicariam tentativas de esconder vestígios das agressões.
Roupa com sangue e marcas de agressão no rosto.
Investigação por tortura
Diante dos novos elementos, a Polícia Civil passou a investigar o caso como possível crime de tortura-castigo, previsto na Lei nº 9.455/1997.
Essa tipificação considera situações em que uma pessoa submetida à guarda, poder ou autoridade de outra é exposta a intenso sofrimento físico ou mental como forma de castigo.
O suspeito permanece investigado, e a Polícia Civil trabalha para esclarecer as circunstâncias e a frequência das agressões sofridas pela criança.
A criança apresentava hematomas no rosto, nos lábios e nas orelhas, inchaço no nariz com sangramento, marcas avermelhadas nas costas e vestígios de sangue no uniforme escolar.
As lesões foram percebidas por profissionais da unidade de ensino, que acionaram as autoridades. A gravidade dos ferimentos levantou suspeitas de agressões, e o caso passou a ser investigado pela Polícia Civil.
Segundo o delegado Antônio Laécio Rodrigues, responsável pela investigação, o padrasto foi inicialmente preso em flagrante por maus-tratos qualificados. No entanto, os depoimentos colhidos ao longo do dia apontaram que a violência contra a criança pode ter ocorrido outras vezes.
Suspeita de agressões recorrentes
A investigação ouviu funcionários da creche, o motorista e a monitora do transporte escolar, além da mãe da menina.
Conforme a Polícia Civil, a criança vinha apresentando ferimentos recorrentes desde que a mãe passou a morar com o suspeito, há aproximadamente dois meses.
Entre os episódios identificados está um corte no queixo que exigiu atendimento médico e pontos.
A polícia também identificou contradições nas explicações apresentadas pelo padrasto. Segundo a investigação, ele atribuiu os ferimentos a supostas quedas dentro da residência e no transporte escolar.
Os investigadores apontaram ainda comportamentos que indicariam tentativas de esconder vestígios das agressões.

Roupa com sangue e marcas de agressão no rosto.
Investigação por tortura
Diante dos novos elementos, a Polícia Civil passou a investigar o caso como possível crime de tortura-castigo, previsto na Lei nº 9.455/1997.
Essa tipificação considera situações em que uma pessoa submetida à guarda, poder ou autoridade de outra é exposta a intenso sofrimento físico ou mental como forma de castigo.
O suspeito permanece investigado, e a Polícia Civil trabalha para esclarecer as circunstâncias e a frequência das agressões sofridas pela criança.
Compartilhar
Relacionadas
Policial / Trânsito
Policial / Trânsito
Policial / Trânsito
Policial / Trânsito

