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Política

Lei de Pacheco que regulamenta o sistema “Pare e Siga” já está em vigor no Paraná

Com o objetivo de salvar vidas, a nova lei nº 20.159 que regulamenta o sistema “Pare e Siga” nas rodovias paranaenses entrou em vigor no último sábado (27) no Paraná. A iniciativa é do deputado Marcio Pacheco (PDT). Dentre as novidades é o fim dos bloqueios durante as obras de manutenção nas rodovias.

A nova lei foi promulgada pelo presidente da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), deputado Ademar Traiano. De acordo com a nova lei, o Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do Paraná (DER-PR) e as concessionárias de pedágio que atuam no Estado deverão providenciar a sinalização de acordo com a disponibilidade da pista ou acostamento para que seja possível manter, com segurança, o fluxo de veículos nos dois sentidos da via de forma ininterrupta.

Caso a obra exija a interrupção completa da rodovia, o DER e as concessionárias deverão sinalizar de maneira adequada e com grande antecedência do ponto de bloqueio, utilizando dispositivos de segurança. A nova lei também prevê que os administradores das rodovias deverão evitar a interrupção de longos trechos de pista.

O deputado falou sobre a importância da aplicação da lei, que tem como principal intuito salvar vidas e garantir mais segurança para quem trafega e trabalha nas rodovias. “Trata-se de uma proposta de extrema importância na prevenção de acidentes nas rodovias paranaenses, mas, agora, é preciso que a lei seja, de fato, aplicada no Estado”, afirma Pacheco.

O deputado ressalta que “o gerenciamento ineficaz do controle do tráfego com a interrupção do fluxo de veículos no sistema “Pare e Siga”, alternadamente, é gerador de acidentes que muitas vezes são fatais. “São obras mal gerenciadas, mal sinalizadas, com controle equivocado do tráfego, acabam gerando problemas maiores como o aumento exponencial do tempo da viagem e, o maior de todos, a perda de vidas devido aos acidentes”, complementa Pacheco.

A iniciativa do parlamentar ocorreu justamente pelos inúmeros de acidentes registrados nas vias que cortam o Estado todos os anos. Na maioria deles os motoristas não percebe a sinalização e nem a ordem do “Pare e Siga” nos trechos em obras, causando as tragédias.

Um deles ocorreu na BR-277, no perímetro urbano de Cascavel, em 28 de julho de 2019, envolvendo um caminhão frigorífico, uma moto e cinco carros. O acidente resultou em três mortos e cinco feridos, sendo um em estado grave, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Ainda de acordo com a PRF, a pista no trecho da rodovia estava passando por manutenção de pintura e parte do fluxo de veículos estava sendo desviada para a rua marginal, o que deixou o trânsito lento. O motorista do caminhão, de 34 anos, não conseguiu frear a tempo e atingiu os demais veículos.

Outro grave acidente durante o sistema “Pare e Siga” também ocorreu na BR-277, mas na região de Campo Largo, em 25 de maio de 2017, deixando três pessoas feridas e seis mortos. A batida envolveu oito veículos, sendo cinco carros e três caminhões.

As vítimas fatais estavam em três desses dos automóveis, que acabaram prensados por uma carreta que não conseguiu parar ao se deparar com uma fila na rodovia. Entre as vítimas duas filhas de Elizabeth Lemanski, sócia da Rede Paranaense de Comunicação (RPC).

Projeto foi protocolado em 2019

O projeto de lei do deputado Marcio Pacheco foi amplamente discutido desde que chegou na Assembleia Legislativa em maio de 2019. A matéria passou pelas comissões técnicas e em novembro do mesmo ano foi aprovada em Plenário pelos deputados. No entanto, a lei foi vetada pelo Executivo Estadual, com a justificativa que o projeto é inconstitucional por vício de iniciativa e invasão de competência, tendo em vista ser atribuição da União acerca de normas de trânsito. Porém, os deputados estaduais, em 11 de março deste ano, derrubaram o veto por 40 votos a um, deixando a decisão de promulgação para o presidente da Alep, Ademar Traiano, o que ocorreu em 23 de março.

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Política

Vereador Sauer está oficialmente reeleito

Assessoria

Agora é oficial: o candidato a reeleição Vanderlei Sauer, o”Soldado Sauer”, obteve 1.432 votos na última eleição e foi o segundo vereador mais votado no município de Marechal Cândido Rondon.

A oficialização do total de votos foi feita no princípio da tarde de ontem, terça-feira, pela Justiça Eleitoral do Município e tem por base uma decisão tomada pelo TRE poucos dias antes do pleito.

A polêmica em torno da candidatura a reeleição do vereador “Soldado Sauer” teve início com o indeferimento de seu registro durante a campanha eleitoral pelo Judiciário Eleitoral em nível local.

O indeferimento inicial do registro de sua candidatura foi motivado com a constatação, de acordo com a Justiça Eleitoral, que o vereador não constava na lista de filiados do Democratas.

Durante um bom período da campanha visando sua reeleição, o vereador precisou lidar com a incógnita e incerteza de sua candidatura.

A defesa do parlamentar recorreu ao Tribunal Regional Eleitoral e, no dia 12 de novembro, três dias antes da eleição municipal, a Corte do TRE reformou a sentença inicial.

Os desembargadores entenderam que os documentos apresentados pelo “Soldado Sauer” comprovavam a sua ligação partidária e, portanto, houve o deferimento de sua candidatura.

A considerar que a decisão do Tribunal não havia sido oficializada em tempo à Justiça Eleitoral de Marechal Cândido Rondon, os votos do candidato a reeleição apareciam como nulos.

Entretanto, no começo da tarde de ontem a Justiça Eleitoral de Marechal Cândido Rondon oficializou os 1.432 votos auferidos por “Sauer” na eleição passada e ele se tornou o segundo mais votado.

Com sua reeleição garantida, Vanderlei Sauer estará na próxima legislatura e quem perderá a vaga é o vereador Ronaldo Pohl, que tentou a reeleição pelo PSD.

 

 

 

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Política

Eleição em Ponta Grossa impede retorno de Ademir Bier a Assembléia

Com sua derrota à Prefeitura de Ponta Rosa, a deputada estadual Mabel Canto, do PSC, permanecerá na Assembléia Legislativa e o suplente Ademir Bier não retornará à Casa de Leis.

 

  Já Élio Rusch pode assumir cadeira em 2021

 

Quase um quarto dos eleitores de Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná, deixaram de votar no segundo turno das eleições municipais de 2020, de acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral.

O número representa um total de 59 mil e 655 pessoas.

A Professora Elizebeth, do PSD, foi eleita prefeita do município neste domingo, com 52,38% dos votos válidos.

A candidata venceu Mabel Canto, do PSC, que teve 47,62%.

De acordo com os dados da apuração, a abstenção de 24,9% no segundo turno foi maior do que a registrada no primeiro turno, quando 55 mil e 147 eleitores não compareceram às urnas.

Além disso, 12.095 eleitores votaram em branco ou anularam o voto, o que corresponde a 6,72% do total do eleitorado.

A Professora Elizabeth  se tornou a primeira mulher a ser eleita para governar Ponta Grossa, que foi a única do Paraná a ter segundo turno e a única do País a ter duas mulheres disputando a segunda fase da eleição.

O resultado na eleição em Porto Grossa interessava diretamente ao ex-deputado e ex-prefeito de Marechal Cândido Rondon, Ademir Bier.

Caso Mabel Canto vencesse o pleito eleitoral, o rondonense assumiria uma cadeira na Assembléia Legislativa.

Apesar dessa possibilidade ter sido frustrada, a outra hipótese de Marechal Cândido Rondon voltar a ter uma representante no Poder Legislativo do Estado do Paraná.

Comentários dão conta que a deputada Maria Victoria estaria grávida e, nesse caso, quem assumiria ser lugar como suplente é o ex-deputado estadual Élio Lino Rusch.

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Geral

Mano confirma que haverá troca de secretários em Pato Bragado

O Personalidade da Semana, amanhã a partir das 11 horas, na Difusora do Paraná AM, vai ouvir o prefeito reeleito de Pato Bragado, Leomar Rohden.

Na eleição do ultimo dia 15, Mano e seu vice John Nodari somaram 2.284 votos, contra 1.407 de seus adversários Breno e Gaúcho.

Na entrevista o prefeito reeleito vai analisar os números da campanha, a constituição da nova Câmara de Vereadores, o trabalho dos últimos quatro anos que mereceu o reconhecimento da população e os planos a serem colocados em prática a partir do dia primeiro de janeiro de 2021.

Em determinado trecho da entrevista, Mano confirma que, atendendo a pedidos da população,  vai fazer mudanças importantes na sua equipe de secretários……..

 

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