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Agricultura

Milho e soja registram alta no mercado interno

Dados divulgados ontem pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, Cepea, mostram que tanto o milho quanto a soja vem registrando alta no mercado interno.

No caso da soja, os preços subiram no Brasil nos últimos dias, influenciados pela valorização do dólar, porém o movimento de alta das cotações domésticas, foi limitado pela redução dos prêmios de exportação e pela queda dos futuros negociados na Bolsa de Chicago.

Segundo o Cepea, esse cenário, inclusive, ampliou a disparidade entre os pedidos de compradores e as ofertas de vendedores, pois mesmo com a alta do dólar, vendedores brasileiros estão retraídos dos negócios envolvendo grandes lotes, atentos à quebra da safra norte-americana.

Além disso, produtores nacionais preferem guardar o remanescente da safra 2018/19 para comercializar nos próximos meses, à espera de preços maiores no período inicial de semeio de soja no Brasil.

Já os preços do milho subiram nos últimos dias na maior parte das regiões, impulsionados pela maior demanda interna, pelo dólar elevado, pelo ritmo intenso das exportações e também pela retração vendedora.

As maiores altas foram observadas nas praças consumidoras, como São Paulo e Santa Catarina.

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Agricultura

Governo recua, atende entidades e mantém a Tarifa Rural Noturna

Um dia após comunicar a suspensão da Tarifa Rural Noturna o governo do Paraná voltou atrás e decidiu pela manutenção do benefício.

A decisão do Governador Ratinho Jr foi oficializada após uma reunião de emergência com os secretários de Estado e a diretoria da Companhia Paranaense de Energia e o próprio governador.

Logo após a confirmação o secretário chefe da casa civil, Guto Silva disse que o governo compreende o momento crítico que todos estão vivendo, com a pandemia do coronavírus, e a manutenção do Programa da Tarifa Rural Noturna está garantida.

Ele acrescentou que o produtor paranaense pode descartar a mensagem que recebeu suspendendo a tarifa, porque já nos próximos dias uma nova será repassada com a manutenção do programa.

Por sua vez o presidente da Faep, Ágide Meneguette, afirmou que o governo do Estado foi sensível ao oficializar a continuidade do Programa Tarifa Rural Noturna, ainda mais neste momento em que os produtores precisam produzir para garantir o alimento à população.

O benefício criado em 2007, por meio da Lei Estadual 19.812, aprovada em fevereiro de 2019, permite que os produtores paranaenses, principalmente os envolvidos com pecuária, tenham o desconto de 60% na tarifa para consumo rural no horário entre 21 horas e 30 minutos às 6 horas do dia seguinte.

O presidente do Sindicato Rural de Marechal Cândido Rondon, Edio Chapla, diz a decisão do governo decorre da pressão exercida pela Faep e os Sindicatos Rurais pela manutenção do beneficio..

 

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Agricultura

Produtores mobilizados conseguem manutenção da Tarifa Rural Noturna

O anuncio inicial da suspensão da Tarifa Rural Noturna mobilizou rapidamente produtores, entidades e autoridades politicas, que em pouco tempo conseguiram fazer com que o governador Ratinho Jr revertesse à situação.

O corte do beneficio representaria um aumento de quase 35% no valor da fatura da energia elétrica, paga pelos produtores rurais.

Na região, o produtor rural e vice-prefeito de Mercedes , Edson Schug, assim que tomou conhecimento da suspensão da Tarifa Rural Noturna, entrou em contato com a assessoria do deputado Hussein Bakri e o resultado foi positivo…….

 

O deputado estadual Hussein Bakri destaca que depois de muito trabalho, o objetivo foi alcançado, principalmente para atender o Oeste do Estado, que é a maior região produtora do Paraná….

 

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Agricultura

Apesar da turbulência mundial, mercado da soja fechou com estabilidade na Bolsa de Chicago

Ilustrativa

Apesar de toda a turbulência mundial o mercado da soja fechou ontem a tarde com estabilidade na Bolsa de Chicago.

Esse movimento, que apesar da estabilidade levou as cotações a encerrar os dia com pequenas baixas, chega após quatro sessões de altas muito expressivas no mercado internacional.

Para os analistas de mercado, as baixas têm uma limitação neste momento diante, principalmente, de uma demanda maior da China nos EUA, onde as margens de esmagamento estão boas, há perspectivas de controle do coronavírus, da Peste Suína Africana, e isso criou um cenário positivo para o momento.

A confirmação destas perspectivas, todavia, ainda sente certa pressão das inúmeras incertezas que seguem muito presentes em todos os mercados mundiais.

Conforme os especialistas, o importante agora é monitorar o comportamento comprador chinês e entender qual será sua participação nas vendas americanas.

Eles mencionam que para o mercado brasileiro, há um suporte firme vindo, especialmente do dólar que segue acima dos 5 reais e os preços nos portos ainda com referência na casa dos 100 reais.

Com o elevado índice de comercialização no país, o produtor segue monitorando dia a dia o mercado para definir suas próximas vendas de assim, na sequência, poderá observar ainda como será a disputa entre as exportações e a demanda interna, principalmente no segundo semestre, com o consumo doméstico aquecido e a baixa disponibilidade de soja.

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