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Agricultura

Milho e soja registram alta no mercado interno

Dados divulgados ontem pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, Cepea, mostram que tanto o milho quanto a soja vem registrando alta no mercado interno.

No caso da soja, os preços subiram no Brasil nos últimos dias, influenciados pela valorização do dólar, porém o movimento de alta das cotações domésticas, foi limitado pela redução dos prêmios de exportação e pela queda dos futuros negociados na Bolsa de Chicago.

Segundo o Cepea, esse cenário, inclusive, ampliou a disparidade entre os pedidos de compradores e as ofertas de vendedores, pois mesmo com a alta do dólar, vendedores brasileiros estão retraídos dos negócios envolvendo grandes lotes, atentos à quebra da safra norte-americana.

Além disso, produtores nacionais preferem guardar o remanescente da safra 2018/19 para comercializar nos próximos meses, à espera de preços maiores no período inicial de semeio de soja no Brasil.

Já os preços do milho subiram nos últimos dias na maior parte das regiões, impulsionados pela maior demanda interna, pelo dólar elevado, pelo ritmo intenso das exportações e também pela retração vendedora.

As maiores altas foram observadas nas praças consumidoras, como São Paulo e Santa Catarina.

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Agricultura

Conselho Agropecuário define detalhes do Prêmio Produtor Destaque

O Conselho Municipal de Desenvolvimento Agropecuário de Marechal Cândido Rondon realizará neste ano mais uma edição do Concurso de Produtor Destaque.

Através da iniciativa, a entidade procura destacar aspectos de qualidade de vida da família do agricultor, como a organização da propriedade, a preservação ambiental e dos recursos naturais do solo e da água e, principalmente, se esta atividade está dando renda para a família.

Na manhã desta quarta-feira, uma reunião do Conselho de Desenvolvimento Agropecuário definiu detalhes do evento de 2022, conforme destaca o vice-presidente da entidade, engenheiro agrônomo Urbano Mertz..

 

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Agricultura

México suspende tarifas para importação de carne brasileira de frango

Paraná, principal exportador para os mexicanos comemora a decisão

O México anunciou a suspensão por um ano as tarifas para a importação de carne de frango de nações que tenham estabelecimentos habilitados a exportar o produto para aquele país.

A medida é válida para países que, como o Brasil, tenham constituído acordo sanitário com as autoridades mexicanas e na condição de principal exportador o Paraná comemora a decisão.

O estado responde por 42% das exportações de frango do Brasil para o mercado mexicano, de acordo com dados da Associação Brasileira de Proteína Animal .

De acordo com Irineo da Costa Rodrigues, presidente do Sindiavipar, sindicato que reúne os abatedouros paranaenses de aves, essa isenção vem numa hora muito boa e vai potencializar as exportações de diversos frigoríficos do Estado.

A abertura do mercado contempla diversos produtos derivados de aves pois não há, desta vez, o estabelecimento de cotas, como ocorreu nos últimos anos com as importações provenientes do Brasil.

O Brasil, que é o maior produtor e exportador mundial de carne de frango, já teve, anos atrás, uma cota de 300 mil toneladas e mais recentemente duas cotas de 50 mil para o mercado mexicano.

O que fosse exportado dentro das cotas entrava sem taxas, ao passo que , o que passava disso, era taxado em 75%.

A última cota se encerrou em março último e, desde então, toda a carne de frango do Brasil que entrava no México era taxada.

De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, os exportadores brasileiros de carne de frango têm aumentado sua relevância entre os parceiros pela segurança alimentar do México.

Segundo ele, com o anúncio feito pelo governo mexicano, espera-se que o país reforce esta posição.

O México é o atual oitavo maior importador de carne de frango do Brasil, segundo a ABPA.

Entre janeiro e abril, o país importou 58,5 mil toneladas, número 128,6% maior em relação ao mesmo período de 2021, com 25,6 mil toneladas.
O Paraná é o principal estado exportador para o México.

No acumulado do ano exportou 24.564 toneladas, representando 42% das exportações.

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Agricultura

Entidades do Agro comemoram os 10 anos de criação do Novo Código Florestal

A Federação da Agricultura do Estado do Paraná, dentre outras entidades do agro, como o Sindicato Rural de Marechal Cândido Rondon, relembram os 10 anos de implantação do Novo Código Florestal Brasileiro.

 

No dia 05 de abril de 2011, milhares de agricultores se concentraram em frente a Praça dos Três Poderes, em Brasília, dentre eles cerca de 4 mil procedentes do Estado do Paraná, os quais pressionaram o Congresso Nacional a votar o projeto do Novo Código Florestal.

Com o apoio de parlamentares que aderiram à pressão, a proposta tramitou e no ano seguinte, em 25 de maio de 2012, a então presidente Dilma Rousseff sancionou a nova legislação ambiental.

A legislação, que completa 10 anos neste mês, trouxe mudanças importantes nas Áreas de Preservação Permanente e de Reserva Legal, além de mecanismos que garantiram a preservação ambiental, com segurança jurídica para quem produz.

Apesar disso, há outros pontos previstos que ainda não foram implantados, entravando o pleno funcionamento da legislação.

Segundo o presidente da FAEP, Ágide Meneguette, o Novo Código Florestal foi uma vitória imensa do setor rural, que precisava de segurança jurídica para continuar produzindo em consonância com o meio ambiente.

Um dos pontos importantes da legislação foi manter em 20% os índices de Reserva Legal dentro dos imóveis rurais.

Meneguette cita que os imóveis rurais com até quatro módulos fiscais ficaram desobrigados de recompor as reservas legais, valendo o porcentual de mata nativa que existia na propriedade em julho de 2008.

Os pequenos produtores, que até aquela data mantinham vegetação originária em dimensões inferiores a 20% da área total, passaram apenas a ter que manter esse índice.

Essa consolidação provocou um impacto positivo ao Paraná, que na época da sanção do Novo Código tinha 92% de seus imóveis rurais com até quatro módulos fiscais, destacou o presidente da FAEP.

Para o presidente do Sindicato Rural Patronal de Marechal Cândido Rondon, Edio Chapla, a instituição do Código Florestal foi um marco para o agronegócio brasileiro….

 

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