Mulher grita por socorro de dentro de carro e pede ajuda em frente à sede da Polícia Militar em Marechal Rondon
Vítima e o filho menor de idade estavam sendo perseguidos pelo companheiro após briga em hotel; homem foi contido e preso em flagrante
Uma cena dramática chamou a atenção dos policiais militares e terminou com a prisão de um homem por ameaça e violência doméstica ao meio-dia desta terça-feira (29), exatamente em frente à sede da 2ª Companhia da Polícia Militar de Marechal Cândido Rondon.
Abordagem imediata
A equipe policial agiu rápido e realizou a abordagem de ambos os veículos na rua. A mulher e seu filho menor de idade desembarcaram imediatamente do carro clamando por proteção. O motorista do segundo veículo desceu a pé e foi contido pelos militares. Nada de ilícito foi encontrado com ele ou no carro, mas, devido ao risco de fuga e para garantir a segurança da família, ele foi algemado e mantido em local separado, mantendo-se colaborativo.
Perseguição após briga em hotel
Aos policiais, a mulher relatou que está em processo de separação e que vinha sendo perseguida pelo companheiro desde o momento em que deixou um hotel da cidade. Ela havia se hospedado no local no dia anterior justamente para fugir do homem após um desentendimento que já havia gerado um boletim de ocorrência por violência doméstica.
A vítima detalhou um histórico de ciúmes excessivos, discussões frequentes e afirmou que o companheiro fez ameaças de morte diretas contra ela e contra o próprio filho. Ela negou ter sofrido agressões físicas nesta data.
A versão do acusado
Ao ser questionado, o homem apresentou uma versão diferente. Ele alegou que foi até o hotel após trocar mensagens com a companheira para combinar como seria feito o transporte e o deslocamento do filho menor. Ele confirmou que os dois discutiram, mas alegou que as ofensas eram recíprocas e negou qualquer intenção de fazer mal à mulher ou à criança.
Diante do flagrante de perseguição e das ameaças relatadas, o homem recebeu voz de prisão. O Boletim de Ocorrência foi registrado e ambas as partes foram encaminhadas à Delegacia de Polícia Civil para que a autoridade policial tome as providências cabíveis e analise o pedido de medida protetiva.
Os policiais estavam no batalhão quando presenciaram um carro passar buzinando insistentemente, enquanto a passageira, desesperada, gritava por socorro com o corpo para fora da janela. O veículo vinha sendo perseguido de perto por outro automóvel.
Abordagem imediata
A equipe policial agiu rápido e realizou a abordagem de ambos os veículos na rua. A mulher e seu filho menor de idade desembarcaram imediatamente do carro clamando por proteção. O motorista do segundo veículo desceu a pé e foi contido pelos militares. Nada de ilícito foi encontrado com ele ou no carro, mas, devido ao risco de fuga e para garantir a segurança da família, ele foi algemado e mantido em local separado, mantendo-se colaborativo.
Perseguição após briga em hotel
Aos policiais, a mulher relatou que está em processo de separação e que vinha sendo perseguida pelo companheiro desde o momento em que deixou um hotel da cidade. Ela havia se hospedado no local no dia anterior justamente para fugir do homem após um desentendimento que já havia gerado um boletim de ocorrência por violência doméstica.
A vítima detalhou um histórico de ciúmes excessivos, discussões frequentes e afirmou que o companheiro fez ameaças de morte diretas contra ela e contra o próprio filho. Ela negou ter sofrido agressões físicas nesta data.
A versão do acusado
Ao ser questionado, o homem apresentou uma versão diferente. Ele alegou que foi até o hotel após trocar mensagens com a companheira para combinar como seria feito o transporte e o deslocamento do filho menor. Ele confirmou que os dois discutiram, mas alegou que as ofensas eram recíprocas e negou qualquer intenção de fazer mal à mulher ou à criança.
Diante do flagrante de perseguição e das ameaças relatadas, o homem recebeu voz de prisão. O Boletim de Ocorrência foi registrado e ambas as partes foram encaminhadas à Delegacia de Polícia Civil para que a autoridade policial tome as providências cabíveis e analise o pedido de medida protetiva.
Com informações de Boletim da Polícia Militar
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