Alvo da PF quebrou celulares antes da chegada dos policiais em Ponta Porã
Um dos alvos da PF (Polícia Federal) em Ponta Porã quebrou dois celulares antes da entrada dos policiais em uma casa na Avenida Marechal Floriano Peixoto.
O suspeito era alvo da Operação Fornax, que investiga uma organização criminosa com atuação na fronteira de Mato Grosso do Sul.
O grupo usava padarias, academias, açougues e oficinas mecânicas para ocultar a movimentação de dinheiro do crime. Durante a manhã de ontem, terça-feira (12), foram cumpridos 13 mandados de prisão preventiva, 9 temporários e 47 de busca e apreensão. Foram determinados também cerca de 12 bloqueios de ativos financeiros da organização.
Assim, por volta das 5h, as equipes chegaram até a casa do investigado para dar andamento ao cumprimento do mandado de prisão. Apesar de não apresentar resistência, a equipe constatou que, antes da entrada, ele teria quebrado dois aparelhos celulares.
Para os policiais, o suspeito informou que teria se assustado com a diligência e, assim, quebrado os celulares. No entanto, a polícia argumenta que a prática seria uma possibilidade para ocultação de provas.
Além do mandado de prisão preventiva, ele acabou tendo a prisão em flagrante pelo crime de obstrução de investigação de infração penal envolvendo organização criminosa, previsto no art. 2º, § 1º, da Lei nº 12.850/2013.
O suspeito era alvo da Operação Fornax, que investiga uma organização criminosa com atuação na fronteira de Mato Grosso do Sul.
O grupo usava padarias, academias, açougues e oficinas mecânicas para ocultar a movimentação de dinheiro do crime. Durante a manhã de ontem, terça-feira (12), foram cumpridos 13 mandados de prisão preventiva, 9 temporários e 47 de busca e apreensão. Foram determinados também cerca de 12 bloqueios de ativos financeiros da organização.
Assim, por volta das 5h, as equipes chegaram até a casa do investigado para dar andamento ao cumprimento do mandado de prisão. Apesar de não apresentar resistência, a equipe constatou que, antes da entrada, ele teria quebrado dois aparelhos celulares.
Para os policiais, o suspeito informou que teria se assustado com a diligência e, assim, quebrado os celulares. No entanto, a polícia argumenta que a prática seria uma possibilidade para ocultação de provas.
Além do mandado de prisão preventiva, ele acabou tendo a prisão em flagrante pelo crime de obstrução de investigação de infração penal envolvendo organização criminosa, previsto no art. 2º, § 1º, da Lei nº 12.850/2013.
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