Levantamento por ovitrampas aponta a presença do mosquito da dengue em várias regiões da sede de Marechal Rondon
A prefeitura de Marechal Cândido Rondon, por meio da Secretaria de Saúde e do Setor de Combate às Endemias, divulgou nesta segunda-feira, dia 30, o relatório do monitoramento do mosquito Aedes aegypti, realizado através de ovitrampas (armadilhas utilizadas para monitorar a presença do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e Chikungunya), instaladas em diversos pontos na sede municipal durante o mês de março.
O levantamento ocorreu entre os dias 4 e 24 de março de 2026, com a inspeção de 202 armadilhas. De acordo com os dados técnicos, foram coletados 2.964 ovos na semana epidemiológica 9 e 3.266 ovos na semana epidemiológica 11, mantendo o Índice de Positividade de Ovitrampas em aproximadamente 60%. Já o Índice de Densidade de Ovos variou entre 24 e 26 ovos por armadilha positiva.
Segundo o Setor de Combate às Endemias, as ovitrampas indicam a presença do mosquito em um raio aproximado de 300 metros do local de instalação, permitindo direcionar ações estratégicas, como visitas domiciliares, eliminação de criadouros e orientações educativas.
A Secretaria Municipal de Saúde reforça que a participação da população é fundamental para reduzir os riscos de proliferação do mosquito,
De acordo com a coordenadora do setor de combate às endemias, Izabel Rodrigues, o monitoramento continuará sendo realizado de forma permanente ao longo do ano, especialmente nos períodos de maior risco para doenças transmitidas pelo mosquito.
O levantamento ocorreu entre os dias 4 e 24 de março de 2026, com a inspeção de 202 armadilhas. De acordo com os dados técnicos, foram coletados 2.964 ovos na semana epidemiológica 9 e 3.266 ovos na semana epidemiológica 11, mantendo o Índice de Positividade de Ovitrampas em aproximadamente 60%. Já o Índice de Densidade de Ovos variou entre 24 e 26 ovos por armadilha positiva.
Segundo o Setor de Combate às Endemias, as ovitrampas indicam a presença do mosquito em um raio aproximado de 300 metros do local de instalação, permitindo direcionar ações estratégicas, como visitas domiciliares, eliminação de criadouros e orientações educativas.
A Secretaria Municipal de Saúde reforça que a participação da população é fundamental para reduzir os riscos de proliferação do mosquito,
destacando cuidados simples, como eliminar recipientes com água parada, manter reservatórios fechados e realizar a limpeza periódica de calhas e ralos. Outra medida importante é que moradores de imóveis fechados permitam o acesso dos agentes para verificação e eliminação de possíveis focos.
De acordo com a coordenadora do setor de combate às endemias, Izabel Rodrigues, o monitoramento continuará sendo realizado de forma permanente ao longo do ano, especialmente nos períodos de maior risco para doenças transmitidas pelo mosquito.
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